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Cessão temporária de Útero

O Conselho Federal de Medicina atualizou as novas regras para utilização das técnicas de Reprodução Assistida (RA) no Brasil, por meio da Resolução 2.168/17 – publicada em 10 de novembro no Diário Oficial da União -, a qual revoga a legislação anterior. Dentre os avanços está a ampliação das parentes que podem ceder o útero.

cessão temporária de útero

CFM altera regras quanto à cessão temporária de útero

Importante ressaltar que, a partir da Resolução 2.168/17, foi ampliado o número de parentes aptos a ceder o útero para uma gravidez. Antes, somente familiares ascendentes (como avó, mãe e tia) poderiam receber o óvulo da doadora. Agora, descendentes (como filhas e sobrinhas) também podem ceder o útero para gestação. Outra mudança diz respeito ao descarte de embriões. O período que anteriormente era de cinco anos, foi reduzido para três.

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Novo medicamento

Um novo medicamento para indução de ovulação para tratamentos de Reprodução Assistida acabou de ser aprovado pela ANVISA.

O produto tem como princípio ativo a substância deltafolitropina e é uma versão recombinante do hormônio que estimula o ovário para a produção de folículos, que são necessários para a existência de uma gravidez.

medicamento

O produto é o Rekovelle® que tem como princípio ativo a substância deltafolitropina. O produto é uma versão recombinante do hormônio que estimula o ovário para a produção de folículos.

O hormônio folículo estimulante humano (FSH) estimula o ovário para o desenvolvimento, crescimento e maturação folicular, assim como a produção de esteróides gonadais em mulheres.

Indicação da deltafolitropina

O produto Rekovelle® (deltafolitropina) foi aprovado com a seguinte indicação terapêutica: “Estimulação ovariana controlada para desenvolvimento de folículos múltiplos em mulheres submetidas a técnicas de reprodução assistida (TRA), como a fertilização in vitro (FIV) ou a injeção intracitoplasmática de espermatozoide (ICSI)”.

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Doação de Órgãos

Hoje comemoramos o Dia Internacional da Doação de Órgãos.

A doação de órgãos é, acima de tudo, um ato de amor, que permite devolver a vida à pessoas que sofrem com as mais diversas doenças.

A doação de óvulos é também um ato de amor. É o processo através do qual uma mulher recebe óvulos de uma doadora para poder realizar o desejo da maternidade. Esse óvulo doado é fertilizado e transplantado para o útero da mulher. Esse processo permite à mulheres com menopausa precoce ou mulheres que perderam seus ovários por câncer realizarem seu sonho de serem mães. Se você tiver menos de 35 anos e for saudável poderá ser uma doadora de óvulos!

Como é o procedimento?

Os óvulos da doadora são unidos aos espermatozoides do casal receptor para obter embriões; estes serão transferidos para a receptora através de um tratamento de Fertilização in Vitro para obter a gestação. Desta forma, a ovodoação torna possível o milagre da vida em mulheres que, de outra maneira, não poderiam ter filhos.

óvulos

Para quem é indicado ?

Mulheres em idade avançada
• Mulheres com falência ovariana devido a menopausa
• Mulheres que não podem utilizar seus próprios óvulos, ou pela baixa qualidade dos mesmos ou por doenças hereditárias que não podem ser detectadas através das técnicas de PGD (Diagnóstico Genético Pré implantacional ).
• Mulheres com fracassos repetidos de Fecundação in Vitro
• Mulheres que tiveram abortos

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A reprodução assistida aumenta as chances de as mulheres terem gêmeos

A chance de ter gêmeos é maior em tratamentos de reprodução assistida.

Isso porque, para garantir o sucesso da gestação, mais de um embrião é inserido no útero. No caso de mulheres com mais de 40 anos, o número de embriões implantados pode chegar até quatro, segundo resolução do Conselho Federal de Medicina.

Diante da dificuldade para engravidar após os 40 anos, algumas mulheres optam pela reprodução assistida – no procedimento, óvulos são fertilizados em laboratório e inseridos no útero. Para aumentar a taxa de sucesso, no entanto, especialistas aumentam a quantidade de embriões implantados.

gêmeos

Médicos apontam, contudo, que cada vez mais a medicina está dando a possibilidade de inseminação de apenas um óvulo fertilizado. A cautela dos especialistas com a inseminação de embriões se deve aos riscos que uma gravidez tripla pode trazer para a gestação.

Congelamento de óvulos e reprodução assistida

Para o congelamento, mulheres recebem injeções de gonadotrofina, hormônios já produzidos naturalmente que controlam a ovulação. As injeções vão aumentar a produção de óvulos, que serão coletados por uma espécie de endoscopia vaginal.

Estudos apontam que os óvulos vão manter a qualidade e serem viáveis para a gravidez por até 5 anos de congelamento.

Já no procedimento da fertilização in vitro, o óvulo é fertilizado com esperma do parceiro ou de doador em laboratório. Depois, os embriões são inseridos no útero. Pode-se fazer ainda uma biópsia no embrião para avaliar o risco de doenças cromossômicas, como síndrome de Down.