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Cancêr de Próstata e Novembro Azul

O câncer de próstata é o tumor maligno mais comum entre os homens e o segundo que mais leva ao óbito.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que aproximadamente 80 milhões de pessoas ao redor do mundo apresentem o problema. Muitos homens tratados pelo câncer de próstata podem desenvolver infertilidade.

O que é?

De acordo com a Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva (American Society for Reproductive Medicine – ASRM), a infertilidade é a incapacidade de obtenção de gestação após um ano de tentativas, sem uso de nenhum método anticoncepcional.

Atualmente, estima-se que a infertilidade atinja 10% a 20% dos casais em idade reprodutiva, independentemente de suas origens étnicas ou sociais. Em aproximadamente 30% dos casos, a infertilidade é causada apenas por fatores masculinos, enquanto que em 20% têm causas masculinas e femininas combinadas.

Causas

A idade do casal, duração da infertilidade, história prévia de gravidez, métodos contraceptivos utilizados no passado, bem como a frequência e o período do ciclo menstrual em que o paciente vem mantendo relações sexuais devem ser investigados.
Os pacientes devem manter intercurso sexual a cada dois dias no período ovulatório e peri-ovulatório, para garantir a presença de espermatozoides móveis nas tubas uterinas durante a passagem do ovócito.

Entre as doenças que podem causar infertilidade no homem, estão:

  • Varicocele, dilatação anormal das veias dentro da bolsa escrotal, é a causa mais comum
  • Criptorquidia unilateral ou bilateral, ou seja, a falta do testículo dentro da bolsa escrotal
  • Torção testicular, que pode resultar em isquemia do testículo afetado e afetar a produção de espermatozoides
  • História prévia de trauma testicular
  • Infecções do trato genital masculino, tais como prostatite e epididimite, pois podem levar à obstrução do trato reprodutivo e subsequente infertilidade
  • Orquite (inflamação no testículo) pós-caxumba. O acometimento testicular ocorre em 40 – 70% dos casos de caxumba pós-puberal
  • Pacientes com câncer testicular que foram tratados com quimioterapia, radioterapia, cirurgia retroperitoneal, ou uma combinação destas técnicas. Após o tratamento, pode demorar até 5 anos para que o paciente volte a apresentar espermatozoides no seu ejaculado
  • Febre, viremia ou bacteremia podem causar uma disfunção testicular temporária
  • O tempo em que o paciente atingiu a puberdade, já que a puberdade precoce pode indicar a presença de uma síndrome adreno-genital, enquanto a puberdade atrasada pode indicar um hipogonadismo ou Síndrome de Klinefelter
  • História familiar de diabetes mellitus, uma vez que a diabete pode levar à ejaculação retrógrada ou à ausência da emissão seminal
  • Cirurgias vesicais, pélvicas, retroperitoneais e transuretrais
  • Alterações genéticas

Fatores de risco

  • Tabagismo
  • Alcoolismo
  • Uso de drogas, como maconha, cocaína, heroína, crack e haxixe
  • Estilo de vida
  • Poluição ambiental
  • Condições sistêmicas, como diabetes e câncer e seus tratamentos, também podem prejudicar a produção de espermatozoides pelo testículo
  • Exposição ocupacional a gonodotoxinas, um tipo de pesticida
  • Exposição ao cádmio, chumbo e manganês
  • Trabalhadores expostos ao calor intenso
  • Uso frequente de saunas e banheiras com água quente.

Diagnósticos Médicos

A presença de infertilidade masculina é frequentemente definida pela existência de alterações nos parâmetros seminais, no entanto, o valor do achado de parâmetros seminais normais como diagnóstico de fertilidade masculina está muito longe de ser considerado aceitável. Sendo assim, a necessidade de testes diagnósticos com boa sensibilidade, acurácia e que sejam facilmente padronizados tem estimulado a busca de critérios bioquímicos, por meio dos quais a qualidade do ejaculado humano poderá ser melhor avaliada.

Apesar de o espermograma ser o exame disponível mais utilizado na prática clínica, os parâmetros seminais avaliados possuem limitações relacionadas à etiologia da disfunção espermática assim como na determinação da sua capacidade de fertilização.

São necessárias duas amostras com intervalo entre 15 a 30 dias. O exame avalia o volume de sêmen, o número, a concentração, a movimentação (motilidade) e a forma (morfologia) dos espermatozoides e também se há algum tipo de inflamação, o que será diagnosticado pela presença de leucócitos.

Também podem ser solicitados o exame de doppler dos testículos e a dosagem dos hormônios: testosterona total, FSH, LH e prolactina.

novembro azul

Tratamento

A correção da causa da infertilidade deve possibilitar o retorno da fertilidade do casal e a gravidez espontânea, desde que seja possível o diagnóstico e o tratamento. O principal objetivo é identificar causas específicas direcionando o tratamento da infertilidade masculina.
Apesar disso, aproximadamente 25% das causas de infertilidade masculina são chamadas de idiopáticas, e não possuem tratamento específico.

Levantada a causa, é possível indicar o melhor tratamento.

Entre as técnicas de reprodução assistida existem:

  • Inseminação artificial, quando são injetados espermatozoides na cavidade uterina após estímulo ovulatório
  • Fertilização in vitro, quando se colocam espermatozoides em contato com o oócito feminino e espera-se a fecundação para transferi-lo para o útero
  • ICSI (Injeção Intracitoplasmática de Espermatozoide), quando se introduz o espermatozoide no interior do óvulo e, uma vez fertilizado, transfere-se para o interior da cavidade uterina

Fonte: portaldaurologia.org.br/doencas/infertilidade-masculina/

Menopausa precoce

Toda mulher tem o desejo de ser magra.

O baixo peso acentuado (menopausa) porém pode acarretar prejuízos para a saúde e tem um grande impacto sobre a capacidade reprodutiva .

Um recente artigo publicado no jornal da Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia, “Human Reproduction”, mostrou a relação entre menopausa precoce (quando o processo começa antes dos 45 anos) e baixo peso corporal.

Um recente artigo publicado na Revista Human Reproduction mostrou a correlação entre menopausa precoce e baixo índice de massa corpórea. A recomendação é que mulheres que tenham um peso muito baixo procurem orientação médica caso queiram engravidar no futuro.

menopausa


Mulheres abaixo do peso aos 18 anos tiveram um risco 50% maior de ter menopausa precoce se comparadas às magras ou com peso normal. Já aquelas cujo índice de massa corporal é menor que 18,5kg/m² aos 35 anos, tiveram um risco 59% maior que as outras. As que foram muito magras em qualquer idade possuem risco 30% maior de antecipar a menopausa se comparadas àquelas com peso normal.


A prática excessiva de exercícios físicos ou antecedentes familiares de menopausa precoce (quando a mãe também entrou na menopausa mais cedo) também pode ser fatores de risco para o problema.

Veja aqui os principais sintomas e causas

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Descoberta

Descoberta de gene fundamental para gravidez

Pesquisadores usaram a tecnologia de edição de genoma (CRISPR / Cas9) para mostrar o papel de um gene importantíssimo para o desenvolvimento de embriões humanos. Essa descoberta ajudará a entender melhor o desenvolvimento inicial dos embriões e, consequentemente, aumentar as taxas de sucesso dos tratamentos de fertilização in vitro.

 

As técnicas de edição do genoma foram usadas para impedir que um gene chave produza uma proteína chamada OCT4, que normalmente se torna ativa nos primeiros dias do desenvolvimento do embrião humano. Depois que o ovo é fertilizado, ele se divide em até cerca de sete dias e forma uma bola de, em média, 200 células chamada ‘blastocisto’. O estudo descobriu que os embriões humanos precisam de OCT4 para formar corretamente um blastocisto. Este gene é crucial para o desenvolvimento de embriões humanos.

descoberta

Uma maneira de descobrir o que um gene faz no embrião em desenvolvimento é ver o que acontece quando não está funcionando. O conhecimento dos genes fundamentais que os embriões precisam para se desenvolver com sucesso é fundamental para melhorar as taxas de sucesso dos tratamentos de FIV (fertilização in vitro) e compreender algumas causas das falhas na gravidez.

As pesquisas utilizaram embriões de camundongos e células estaminais embrionárias humanas antes de iniciar o trabalho direto em embriões humanos. Para inativar o OCT4, eles usaram uma técnica de edição chamada CRISPR / Cas9 para mudar o DNA de 41 embriões humanos, os quais foram analisados.

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Ômega 3 ajuda na prevenção da endometriose

Uma alimentação saudável, rica em ômega 3 (gorduras essenciais para o funcionamento do organismo), e principalmente em peixes, pode representar o melhor caminho para a prevenção a uma doença que causa temor em grande parte das mulheres: a endometriose.

A constatação é da Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia, que por meio de uma pesquisa mostrou também que mulheres que se alimentam incorretamente, consumindo muitos produtos industrializados que contenham gorduras trans, estão mais expostas à doença.
 
Segundo a especialista em Reprodução Humana Silvana Chedid, a razão é o fato de o ômega 3 possuir efeito anti-inflamatório, protegendo a cavidade abdominal contra inflamações. “Por isso alimentos ricos nessa gordura, como a sardinha, o atum e o salmão, são totalmente recomendados”, diz.
ômega
A endometriose é o crescimento de tecidos da parede do útero (endométrio) fora dele. A menstruação feminina ocorre não apenas para fora do corpo mas também para dentro e isso ocasiona esse crescimento irregular em outros locais do corpo, no estômago ou nos intestinos.Mulheres com endometriose podem ter a sua fertilidade seriamente comprometida.
 
Segundo Silvana Chedid os focos crescem estimulados pelo estrogênio – hormônio feminino. “Todos os tratamentos são baseados em medicamentos que inibem a produção desse hormônio”. De fato, a mulher só está totalmente protegida contra o problema durante a menopausa e a gravidez -quando a produção desse hormônio é reduzida.
 
Cuidados ao comer

Recomendado

Todos os alimentos que sejam ricos em ômega 3, como: Peixes, especialmente o salmão e a sardinha.
 
Soja. Também são recomendados soja, amendoim, legumes e ervilhas, pois diminuem o acúmulo de estrogênio no organismo.
 
Frutas. Generosas porções de frutas, legumes e hortaliças, cereais integrais também são um bom caminho.

Não recomendado

Qualquer tipo de produto industrializado com alta concentração de gordura.
 
Frituras. Além das frituras, os embutidos, frios, salames, presunto, creme de leite, biscoitos, chips, bolos prontos devem passar longe de sua dieta.
 
Refinados. Deve-se evitar, também, o consumo de alimentos ricos em farinha refinada, desprovidos de minerais essenciais e contendo elevado teor calórico.
 
Açúcar. A ingestão de açúcar, contido em doces e tortas deve ser em menores quantidades e bastante cautelosa
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Como é feita a coleta de óvulos ?

A coleta de óvulos é realizada por meio de aspiração dos folículos ovarianos guiada por ultrassim. É um procedimento ambulatorial, seguro, feito sob sedação e a paciente não sente nenhuma dor.

Veja aqui o vídeo.

Após a aspiração os óvulos são encaminhados para o laboratório de Fertilização in vitro para serem fertilizados pela técnica de ICSI ou para serem congelados pela técnica de vitrificaçao.

A reprodução assistida aumenta as chances de as mulheres terem gêmeos

A chance de ter gêmeos é maior em tratamentos de reprodução assistida.

Isso porque, para garantir o sucesso da gestação, mais de um embrião é inserido no útero. No caso de mulheres com mais de 40 anos, o número de embriões implantados pode chegar até quatro, segundo resolução do Conselho Federal de Medicina.

Diante da dificuldade para engravidar após os 40 anos, algumas mulheres optam pela reprodução assistida – no procedimento, óvulos são fertilizados em laboratório e inseridos no útero. Para aumentar a taxa de sucesso, no entanto, especialistas aumentam a quantidade de embriões implantados.

gêmeos

Médicos apontam, contudo, que cada vez mais a medicina está dando a possibilidade de inseminação de apenas um óvulo fertilizado. A cautela dos especialistas com a inseminação de embriões se deve aos riscos que uma gravidez tripla pode trazer para a gestação.

Congelamento de óvulos e reprodução assistida

Para o congelamento, mulheres recebem injeções de gonadotrofina, hormônios já produzidos naturalmente que controlam a ovulação. As injeções vão aumentar a produção de óvulos, que serão coletados por uma espécie de endoscopia vaginal.

Estudos apontam que os óvulos vão manter a qualidade e serem viáveis para a gravidez por até 5 anos de congelamento.

Já no procedimento da fertilização in vitro, o óvulo é fertilizado com esperma do parceiro ou de doador em laboratório. Depois, os embriões são inseridos no útero. Pode-se fazer ainda uma biópsia no embrião para avaliar o risco de doenças cromossômicas, como síndrome de Down.

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Probabilidade de gravidez

A fertilidade do casal deve ser investigada após um ano de tentativas de gravidez, mantendo relações frequentes e desprotegidas.

Quando a mulher tem idade superior aos 35 anos, o prazo é ainda mais curto: 6 meses. Quanto mais tempo as pessoas esperarem, maior a dificuldade para superar o problema. Após três anos de tentativas de gravidez, as chances diminuem de maneira expressiva, e o casal não deve perder tempo e procurar um especialista em Medicina Reprodutiva.

É coerente procurar um ginecologista quando existe uma dificuldade para engravidar. Mas caso ele não tenha uma especialização na área, ele pode ajudar somente até um certo ponto. Por isso, ao procurar um ginecologista para uma avaliação da fertilidade mais completa, é importante saber se o especialista atua em reprodução humana, pois os avanços da Medicina Reprodutiva, tanto em diagnósticos quanto em tratamentos, acontecem frequentemente.

Veja aqui um video feito pela Dra. Silvana Chedid sobre Tratamento da infertilidade

Quanto mais completa for a primeira consulta, mais informação terá o especialista para identificar a causa da dificuldade de engravidar e dar uma solução personalizada à mesma.

gravidez

Tratamentos existentes
O protocolo de tratamento varia de acordo com os resultados dos exames e idade dos pacientes. Entre as possíveis medidas terapêuticas, destacam-se:

• Mudança de estilo de vida: não fumar, ajustar o peso dentro do índice ideal de massa corporal (IMC), diminuir o consumo de álcool e cafeína, além de manter um equilíbrio nutricional. Todos fatores citados anteriormente podem produzir efeitos negativos na fertilidade da mulher e do homem.

• Planejamento do coito programado com ou sem medicação. Se trata de um namoro programado com base no acompanhamento do período fértil por ultrassonografia.

• Realização de tratamento de Inseminação Artificial com um limite máximo de tentativas. Neste tratamento, os espermatozoides são capacitados e introduzidos através do colo do útero materno para a fecundação acontecer dentro do corpo da mulher. As chances de sucesso da Inseminação Artificial é aproximadamente 15%.

• Realização de Fertilização in Vitro, principalmente indicada quando as tentativas terapêuticas anteriores fracassaram ou quando a idade da paciente é superior aos 38 anos. Na FIV, a fecundação do óvulo acontece no laboratório de embriologia e, após alguns dias em cultivo, é introduzido diretamente no útero materno. As chances de sucesso da FIV podem variar de 30% a 70%, dependendo de vários fatores e estudos de complementares realizados. Por exemplo, é superior com o diagnóstico pré-implantacional genético do embrião, que identifica o embrião livre de alterações cromossômicas. Leia mais sobre o procedimento FIV

• Realização de ciclos de tratamento com óvulos ou sêmen doados. Indicada quando há uma qualidade muito baixa ou ausência dos gametas femininos ou masculinos.

 

Como prevenir problemas

Tem sido cada vez mais frequente que as mulheres a partir dos 30 anos realizem avaliações periódicas da fertilidade, aproveitando a visita anual ao ginecologista. Esta avaliação pode ser realizada com ou sem pausa no uso dos anticoncepcionais. No primeiro caso, é feito o estudo do FSH e a contagem de folículos antrais, e no segundo, se realiza o estudo do hormônio anti-Mülleriano.
Conhecendo o estado atual da fertilidade, as mulheres podem tomar uma decisão mais assertiva sobre quando engravidar ou se vale a pena fazer o congelamento de óvulos para conservar suas chances para o futuro.

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GLIM

A nova técnica de microscopia 3D chamada de GLIM permite capturar o interior de amostras espessas controlando-se a distância que a luz percorre através da amostra.

Uma nova técnica de microscopia que capta imagens 3-D de embriões vivos desenvolvida para uso em bovinos, vai ajudar a determinar a viabilidade embrionária antes da fertilização in vitro em humanos, dizem os cientistas da universidade de Illinois (EUA).

O novo método, chamado microscópio por interferência de gradiente de luz (GLIM), resolve problemas encontrados pelas técnicas hoje utilizadas incluindo a capacidade de capturar imagens de amostras multicelulares de grande espessura. O objetivo é descobrir quais embriões são mais viáveis.

Microscopia biomédica

microscopia

Na maioria das técnicas de microscopia biomédica, a luz é disparada através de fatias muito finas de tecido para produzir uma imagem. Ainda assim, a imagem fica desfocada devido à reflexão da luz entre as superfícies da amostra. Métodos alternativos usam marcadores químicos ou físicos que permitem localizar um objeto específico dentro de uma amostra mais espessa, mas esses marcadores podem ser tóxicos para o tecido vivo.

Isso permite produzir imagens de múltiplas profundidades, que são então compostas por um programa de computador para formar uma única imagem 3-D.

Este novo método de microscopia permite ver toda a imagem, como um modelo tridimensional de todo o embrião ao mesmo tempo. O grupo de pesquisadores que desenvolveu a técnica pretende começar imediatamente a estudar a sua utilização em casos de reprodução assistida humana. Essas imagens podem dar informações sobre a saúde dos embriões, ajudando os médicos responsáveis pela reprodução assistida a selecionar aqueles que são mais susceptíveis de levar a uma gravidez bem-sucedida.

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Fumo e Infertilidade

O fumo é o principal rival da fertilidade.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o tabagismo é a principal causa de morte evitável no mundo.

Estima-se que há 200 milhões de mulheres fumantes no mundo. A fertilidade é reduzida em 25% nas mulheres que fumam até 20 cigarros ao dia, e 43% naquelas que fumam mais de 20 cigarros, ou seja, quanto mais cigarros fumado maior será o declínio da fertilidade. Durante a gestação, o fumo pode aumentar a incidência de placenta prévia (placenta baixa), descolamento prematuro da placenta. Retardo de crescimento intra uterino e parto prematuro.

tabagismo

 

Veja os efeitos do cirgarro na fertilidade

(Publicado pela Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva-ASRM)

Homens e mulheres fumantes tem chances 3 vezes maior de sofrerem de infertilidade quando comparados àqueles que não fumam.

Tentando estabelecer uma relação causal, os estudos atuais mostram que 13% da infertilidade feminina pode ser atribuída ao cigarro. Lembrando que, 10 cigarros por dia já são o suficiente para prejudicar a fertilidade.

Mulheres tabagistas crônicas entrarão mais cedo na menopausa (um a quatro anos antes), o que pode ser atribuído à aceleração da diminuição do estoque de óvulos.
O hábito de fumar está associado a um aumento no risco de abortamento (aumenta em até 27%) e gravidez ectópica (gravidez nas tubas).

Filhos de mães fumantes tem dificuldade no aprendizado escolar.
Filhos de pais fumantes tem maior chance de câncer.
Mutação genética é um possível mecanismo pelo qual o cigarro pode afetar a fecundidade e a função reprodutiva.
Estudos científicos demonstraram que mulheres fumantes necessitam de duas vezes mais tentativas de Fertilização in Vitro que as não fumantes, além de necessitarem nos tratamentos uma quantidade maior de medicamentos.
Fumantes passivos (tanto homens como mulheres) com exposição excessiva ao cigarro também têm maior incidência de todas as alterações descritas acima.

Doação de óvulos

O tratamento de reprodução humana com a Doação de Óvulos é o processo no qual uma mulher recebe óvulos de uma doadora para poder realizar o desejo da maternidade.

Os óvulos da doadora são unidos aos espermatozoides do casal receptor para obter embriões; estes serão transferidos para a receptora através de um tratamento de Fertilização in Vitro para obter a gestação. Desta forma, a ovodoação torna possível o milagre da vida em mulheres que, de outra maneira, não poderiam ter filhos.

Os óvulos doados para o tratamento de ovodoação são criteriosamente selecionados para que estas células progenitoras tenham plena compatibilidade com a receptora.

A mulher nasce com um número determinado de óvulos cuja capacidade para conceber vai diminuindo com o passar do tempo, especialmente a partir dos 37 anos.

O ritmo de vida da sociedade atual vem adiando o momento em que as mulheres decidem ser mães para uma etapa de sua vida em que a fertilidade é reduzida ou muito baixa.

Com a vitrificação de óvulos, as mulheres podem atingir a maturidade sem que seus óvulos experimentem a diminuição significativa de sua capacidade de conceber em um futuro.

óvulos

O que é PRESERVA ?

É um tratamento que permite escolher o momento adequado para ser mãe evitando os riscos próprios da passagem do tempo.

Em que consiste?

Mediante a técnica de vitrificação os óvulos de uma mulher em idade fértil são congelados com o fim de serem fecundados e transferidos quando a mulher deseje ser mãe.

O que é Vitrificação?

A vitrificação de óvulos é um processo de congelamento em que os óvulos são tratados com substâncias crioprotetoras e submergidos em nitrogênio liquido a uma temperatura de 196°C abaixo de zero.

A vantagem da técnica de vitrificação frente à técninca tradicional é que, dada a sua alta velocidade de refrigeração, se evita a formação de cristais de gelo, os quais podem danificar o óvulo ao lesionar as estruturas celulares.