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Amamentar durante mais tempo reduz risco de diabetes

As mulheres que amamentam durante seis meses ou mais tempo têm menos probabilidade de vir a ter diabetes do tipo 2

O risco de diabetes do tipo 2 nestas mulheres cai para 47% quando comparado com o de mulheres que nunca amamentaram. As mulheres que amamentaram por um período inferior a seis meses têm menos 25% de probabilidade de vir a ter diabetes.

amamentação

O estudo, publicado na revista médica JAMA Internal Medicine e realizado por uma equipe científica da organização de cuidados médicos norte-americana Kaiser Permanente, partiu de uma amostra de 1.238 mulheres que não tinham inicialmente diabetes.

A equipe científica teve em consideração fatores de risco, como obesidade, estilos de vida ou antecedentes familiares de diabetes, e resultados perinatais.

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Embriões descongelados

Embriões descongelados e frescos têm eficácia parecida em fertilização

Dois novos estudos de grande porte demonstram que em mulheres que sofrem da síndrome do ovário policístico (SOP), descongelar embriões antes do implante oferece probabilidade maior de gestação e parto bem sucedidos, mas nas mulheres que não sofrem dessa doença recorrer a embriões descongelados não apresenta resultados melhores nem piores do que os obtidos com o uso de embriões frescos.

Depois que um estudo inicial conduzido por uma equipe chinesa demonstrou que embriões descongelados eram melhores para as mulheres que sofrem de SOP, “muita gente chegou apressadamente à conclusão de que deveríamos usar sempre embriões congelados. Alguns programas de fertilização artificial dos Estados Unidos já não usam embriões frescos”, disse Christos Coutifaris, da Escola Perelman de Medicina, Universidade da Pensilvânia, na Filadélfia, que não participou das novas pesquisas.

embriões

No estudo chinês, que envolvia 2.157 mulheres que estavam passando por seu primeiro ciclo de fertilização artificial, o índice de sucesso foi de 48,7% nos casos em que embriões descongelados foram usados, ante 50,2% para os casos com uso de embriões frescos. Os médicos tipicamente implantam dois embriões por tentativa.

No estudo vietnamita, com 782 mulheres passando por sua primeira ou segunda tentativa de fertilização, o índice de sucesso, com parto de bebês vivos, foi de 33,8% para os embriões congelados e 31,5% para os embriões frescos. A média de embriões implantados por tentativa também foi de dois. Em ambos os estudos, a diferença entre os índices de sucesso dos dois grupos foi tão pequena que pode se dever ao acaso.

Nenhum dos dois estudos constatou risco maior de complicações pós-natais ou obstétricas em qualquer dos grupos, ainda que as transferências de embriões congelados tenham produzido risco estatisticamente mais baixo de superestimular ovários, o que conduz a ovários inchados e doloridos, e pode ser perigoso.

Menopausa precoce

Toda mulher tem o desejo de ser magra.

O baixo peso acentuado (menopausa) porém pode acarretar prejuízos para a saúde e tem um grande impacto sobre a capacidade reprodutiva .

Um recente artigo publicado no jornal da Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia, “Human Reproduction”, mostrou a relação entre menopausa precoce (quando o processo começa antes dos 45 anos) e baixo peso corporal.

Um recente artigo publicado na Revista Human Reproduction mostrou a correlação entre menopausa precoce e baixo índice de massa corpórea. A recomendação é que mulheres que tenham um peso muito baixo procurem orientação médica caso queiram engravidar no futuro.

menopausa


Mulheres abaixo do peso aos 18 anos tiveram um risco 50% maior de ter menopausa precoce se comparadas às magras ou com peso normal. Já aquelas cujo índice de massa corporal é menor que 18,5kg/m² aos 35 anos, tiveram um risco 59% maior que as outras. As que foram muito magras em qualquer idade possuem risco 30% maior de antecipar a menopausa se comparadas àquelas com peso normal.


A prática excessiva de exercícios físicos ou antecedentes familiares de menopausa precoce (quando a mãe também entrou na menopausa mais cedo) também pode ser fatores de risco para o problema.

Veja aqui os principais sintomas e causas

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Novo medicamento

Um novo medicamento para indução de ovulação para tratamentos de Reprodução Assistida acabou de ser aprovado pela ANVISA.

O produto tem como princípio ativo a substância deltafolitropina e é uma versão recombinante do hormônio que estimula o ovário para a produção de folículos, que são necessários para a existência de uma gravidez.

medicamento

O produto é o Rekovelle® que tem como princípio ativo a substância deltafolitropina. O produto é uma versão recombinante do hormônio que estimula o ovário para a produção de folículos.

O hormônio folículo estimulante humano (FSH) estimula o ovário para o desenvolvimento, crescimento e maturação folicular, assim como a produção de esteróides gonadais em mulheres.

Indicação da deltafolitropina

O produto Rekovelle® (deltafolitropina) foi aprovado com a seguinte indicação terapêutica: “Estimulação ovariana controlada para desenvolvimento de folículos múltiplos em mulheres submetidas a técnicas de reprodução assistida (TRA), como a fertilização in vitro (FIV) ou a injeção intracitoplasmática de espermatozoide (ICSI)”.