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Menopausa precoce

Toda mulher tem o desejo de ser magra.

O baixo peso acentuado (menopausa) porém pode acarretar prejuízos para a saúde e tem um grande impacto sobre a capacidade reprodutiva .

Um recente artigo publicado no jornal da Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia, “Human Reproduction”, mostrou a relação entre menopausa precoce (quando o processo começa antes dos 45 anos) e baixo peso corporal.

Um recente artigo publicado na Revista Human Reproduction mostrou a correlação entre menopausa precoce e baixo índice de massa corpórea. A recomendação é que mulheres que tenham um peso muito baixo procurem orientação médica caso queiram engravidar no futuro.

menopausa


Mulheres abaixo do peso aos 18 anos tiveram um risco 50% maior de ter menopausa precoce se comparadas às magras ou com peso normal. Já aquelas cujo índice de massa corporal é menor que 18,5kg/m² aos 35 anos, tiveram um risco 59% maior que as outras. As que foram muito magras em qualquer idade possuem risco 30% maior de antecipar a menopausa se comparadas àquelas com peso normal.


A prática excessiva de exercícios físicos ou antecedentes familiares de menopausa precoce (quando a mãe também entrou na menopausa mais cedo) também pode ser fatores de risco para o problema.

Veja aqui os principais sintomas e causas

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Falha de implantação

Os tratamentos de fertilização in vitro (FIV) são cada vez mais comuns, porém a falha de implantação dos embriões ainda é algo que pode ocorrer.

Em algumas mulheres esse problema ocorre repetidas vezes, o que chamamos de “falha de implantação recorrente”. Estas questões representam um desafio para clínicos e cientistas e afeta quase 10% das mulheres que realizam a FIV. Durante o 33º Congresso da Sociedade Europeia de Reprodução Humana realizado este mês, na Suíça, a influência da imunologia na reprodução humana foi um dos temas em destaque. É um assunto abordado com frequência e de extrema relevância.

No Congresso, pesquisadores do Reino Unido, fizeram um estudo comparando a prevalência de testes imunológicos alterados em mulheres com e sem falha de implantação recorrente. Eles concluíram que tais alterações eram mais presentes naquelas mulheres com mais falhas em tratamentos de reprodução e que eram limitadas as evidências científicas para realizarem os tratamentos.
Precisamos avançar nos estudos da imunologia no que se refere à reprodução humana.
A base do tratamento das pacientes com falha de implantação ainda é a formação de um bom embrião e a colocação deste em um bom endométrio com características favoráveis para a gestação.