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Novo estudo investiga complicações em gravidez tardia

Focadas na carreira e em outros aspectos da vida pessoal, as mulheres estão tendo filhos cada vez mais tarde. Com isso, aumenta-se o risco das mães desenvolverem uma série de problemas como pressão alta, diabetes gestacional e até mesmo de sofrerem partos prematuros ou abortamentos.
Recentemente, um estudo publicado na revista científica Physiology pelos cientistas do King’s College London do Reino Unido, averiguou outro efeito da gravidez tardia: complicações associadas com as contrações no momento do parto. Observou-se, num modelo experimental, que a capacidade de contração dos músculos uterinos fica prejudicada com a idade. Houve, ainda, alteração nos níveis de progesterona.
Essas importantes mudanças fisiológicas associadas com a idade da mãe resultam em disfunção do parto. O tempo de parto e o progresso dele está diretamente relacionado à idade materna e isso pode causar complicações.

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Mãe aos 50 anos

Neste vídeo, eu falo tudo sobre o congelamento de óvulos que fiz para a linda e querida Blogueira Alice Salazar. Aproveitamos para explicar como funciona este método que ajuda as mulheres a prolongar a fertilidade.

Confira a entrevista completa em nosso  Facebook e Youtube 

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Congelamento de óvulos para preservação da fertilidade

A idade avançada é o principal obstáculo para maternidade nos países desenvolvidos. Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos mostra que 42% das mulheres mais bem-sucedidas do país ainda não têm filhos aos 40 anos de idade e que apenas 14% das mulheres que concluem a faculdade já são mães.

Como forma de facilitar a gravidez após os 35 anos – a partir dessa idade, as chances de engravidar caem para algo em torno de 30%; até os 32 anos, as chances são de 50% a 60% –, a recomendação é de que as mulheres, quando jovens, avaliem, junto ao médico, a possibilidade de congelamento de óvulos e embriões para preservar a fertilidade. Assim, no futuro, a mulher poderá usar os óvulos congelados em tratamentos para engravidar.

Como é feito o congelamento?

Primeiramente, é feita a indução da ovulação. Isso fará com que no dia da coleta tenha muitos óvulos – a partir de nove ou dez dias após a medicação. A coleta de óvulos é realizada por meio de aspiração guiada por ultrassom. A paciente permanece sedada durante o procedimento.

A vitrificação é o método mais utilizado atualmente. Os óvulos são vitrificados e armazenados em nitrogênio líquido e estarão à disposição da paciente no futuro quando quiser engravidar.

Adaptado da SBRA Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida

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Cientistas dos EUA criam teste caseiro para verificar fertilidade

Cientistas americanos desenvolveram um dispositivo para smartphones capaz de analisar a qualidade do esperma e saber, em questão de minutos, se o homem é infértil. A descoberta foi divulgada nesta quarta-feira, 22/3/2017.

A infertilidade afeta mais de 45 milhões de casais em todo o mundo. Mais de 40% dos problemas de fertilidade se devem à má qualidade do esperma. Essa nova tecnologia, apresentada na revista Science Translational Medicine, tem como objetivo que seja mais fácil e mais barato para os homens testar seu esperma em casa. O aparelho detectou amostras anormais com uma precisão de 98%, tomando como referência parâmetros da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre a concentração de espermatozoides e sua mobilidade.

“Queríamos alcançar uma fórmula para fazer testes de infertilidade que sejam tão simples e acessíveis como os testes de gravidez que se fazem em casa”, disse um dos autores do trabalho, Hadi Shafiee, médico da divisão de Engenharia Médica do Hospital Brigham and Women’s. “Os homens têm de coletar suas amostras de sêmen em quartos de hospital, uma situação que frequentemente gera estresse, vergonha, pessimismo e decepção”, explicou.

O novo teste pode analisar uma amostra em menos de cinco segundo, de acordo com Shafiee. Funciona usando um acessório ótico que se conecta ao celular e um dispositivo descartável para colocar o esperma.

Os pesquisadores testaram o dispositivo usando 350 amostras de sêmen no Centro de Fertilidade do Hospital Geral de Massachusetts, nos Estados Unidos. O custo dos materiais usados é de U$ 4,45. “A capacidade de levar um dispositivo de diagnóstico imediato de amostras de esperma ao consumidor, com serviços de saúde com recursos limitados, é uma verdadeira mudança nas regras do jogo”, disse John Petrozza, outro dos autores do estudo e diretor da MGH Fertility Center.

O dispositivo ainda não está disponível para o público. Continua na fase de protótipo enquanto os cientistas pretendem fazer testes extras antes de solicitar aprovação à FDA – agência americana que regulamenta fármacos e alimentos.

Fonte: Jornal O Estado de S.Paulo – SP (23/03/2017)

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Dia Internacional da Síndrome de Down

No dia 21 de março, celebramos o Dia Internacional da Síndrome de Down.

A cada ano que passa, a voz das pessoas com a deficiência e daqueles que vivem e trabalham com elas se torna mais forte. Para comemorar a data, a Down Syndrome International, organização internacional comprometida em melhorar a qualidade de vida de pessoas com a trissomia mundo afora, encoraja as organizações e comunidades ao redor do mundo a organizar eventos e atividades para promover a conscientização sobre a síndrome de Down.

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EUA pedem investigação das causas da infertilidade antes de tratamento

As últimas diretrizes do American College of Obstetricians and Gynecologists pedem que, antes que os casais recorram a técnicas de reprodução assistida, as causas da infertilidade sejam investigadas meticulosamente. Muito do que se chama hoje de infertilidade sem causa aparente (ESCA) na verdade é infertilidade sem causa conhecida, porque os motivos não foram olhados com cuidado.
As diretrizes americanas pedem também que os pais sejam informados que qualquer problema de saúde materna ou condições hereditárias sejam abordados, principalmente se forem ligados às causas da infertilidade, e que o casal seja aconselhado sobre problemas genéticos que podem ser passados aos filhos.

 

Fonte: Folha On-Line – SP (16/03/2017)

O que é Incontinência urinária?

A incontinência urinária, ou perda involuntária de urina, é um problema comum e muito constrangedor. Em alguns casos, não é possível segurar a urina ao fazer esforços como tossir ou espirrar, em outros casos, a vontade de urinar é tão súbita e forte que não dá tempo de chegar a um banheiro. Nesse caso é também chamada de urgi-incontinência. É um problema bastante comum mas que tem tratamento.

A incontinência urinária atinge 10 milhões de brasileiros de todas as idades, sendo duas vezes mais comum no sexo feminino e na população idosa, afirma a Sociedade Brasileira de Urologia. Causa um impacto muito grande na qualidade de vida das pessoas com constrangimento social, mau cheiro etc. podendo levar a depressão e isolamento.

Como prevenir ou minorar a incontinência urinária?

– Procure evitar a prisão de ventre.
– Deixe de fumar, se for o caso, para reduzir a tosse e a irritação da bexiga.
– Evite o álcool e bebidas cafeinadas, que podem estimular exageradamente a bexiga.
– Em caso de obesidade, procure perder peso.
– Faça exercícios apropriados para fortalecer o assoalho da pelve durante a gravidez e logo após o parto.
– Procure seu ginecologista ou urologista se os sintomas forem persistentes. Existem tratamentos medicamentosos e cirúrgicos para tratar esse problema.

 

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Justiça condena plano de saúde a custear procedimento de fetilização

O Tribunal de Justiça do Distrito Federal condenou Bradesco Saúde S/A a autorizar e custear procedimentos de fertilização in vitro para um casal com infertilidade. De acordo com a decisão, a seguradora terá que arcar com o tratamento, que custa cerca de R$ 20 mil, no prazo de 10 dias sob pena de multa diária em caso de descumpimento. A defesa alegou que o procedimento não está previsto na cobertura do plano e nem nos procedimentos de saúde editados pela Agência Nacional de Saúde Complementar (ANS).

A advogada que representou o casal, afirma que os clientes têm direito não somente ao tratamento da infertilidade como também ao planejamento familiar conforme previsto no Código Civil, na Constituição Federal e também na legislação que rege as operadoras de planos de saúde (Lei 9.656/98). “A infertilidade é doença reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS), razão pela qual entendemos que seu tratamento faz jus à cobertura.
O desembargador Josaphá Francisco dos Santos, responsável pelo caso, concedeu o pedido de tutela de urgência para o início imediato ao tratamento. Dada a idade avançada da esposa (35 anos), havia o risco de agravamento da doença e de a infertilidade do casal tornar-se permanente.

Fonte: Correio Braziliense – DF (08/03/2017)

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Banho de sol pode melhorar fertilidade masculina

Homens que estão pensando em ter filhos podem correr para a praia ou para a piscina. Isto porque um estudo realizado com 340 homens constatou que a vitamina D, produzida pelo corpo quando exposto ao sol, ajuda a melhorar consideravelmente a qualidade dos espermatozoides, segundo divulgou o jornal britânico Daily Mail.

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Norma da Anvisa dará mais segurança a pacientes

As mudanças envolvem a exigência de informações mais detalhadas nos relatórios que os bancos de células e tecidos germinativos

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