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Ibuprofeno e Infertilidade

Estudos dizem que uso prolongado de ibuprofeno eleva risco de infertilidade em homens.

Dosagem elevada do analgésico durante longos períodos também podem colocar homens em maior risco de perda de massa muscular, disfunção erétil e fadiga

Ibuprofeno está presente em anti-inflamatórios como Alivium e Advil, usado para aliviar dores de cabeça, muscular e febre

ibuprofeno

O uso de analgésicos, como Aspirina, Ibuprofeno, Dipirona e Diclofenaco sem prescrição médica para aliviar os incômodos de dores de cabeça, nos músculos e na garganta é uma prática bastante comum, e vista como “inofensiva”. No entanto, quando esse comportamento se repete indiscriminadamente e por um longo período de tempo as chances de colocar a saúde em risco são grandes e é preciso tomar alguns cuidados.

Em um estudo liderado por pesquisadores da Universidade de Copenhague, na Dinamarca, foi constatado que homens que tomam altas doses de Ibuprofeno – encontrado em remédios como Alivium e Advil – por meses estão mais propensos a terem problemas de fertilidade e outras complicações, como perda de massa muscular, disfunção erétil e fadiga.

Os jovens de 18 a 35 anos que participaram do estudo desenvolveram a desordem em duas semanas após terem 600mg de ibuprofeno duas vezes ao dia. A condição surge quando o corpo tem que aumentar os níveis de testosterona porque a produção normal nos testículos caiu.

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Transplante de útero

Mulher com útero transplantado dá a luz pela 1ª vez nos EUA.

Os Estados Unidos registraram, pela primeira vez, o nascimento de um bebê saudável de uma mulher com útero transplantado.

A mãe, que nasceu sem útero, recebeu o órgão de uma doadora viva no ano passado no Centro Médico da Universidade Baylor em Dallas. Tal feito só havia sido realizado, até hoje, na Suécia.

transplante

 

Uma nova fronteira, os transplantes de útero são vistos como uma fonte de esperança para mulheres que não podem dar à luz porque nasceram sem útero ou tiveram que removê-lo devido a câncer ou outras doenças, ou ainda devido a complicações decorrentes do parto.

Desde 2014, outros oito bebês nasceram de mulheres que tiveram transplantes de útero, todos na Suécia, no Hospital Universitário Sahlgrenska em Gotemburgo.

Os transplantes devem ser temporários, apenas por tempo suficiente para que a mulher tenha um ou dois filhos e, em seguida, removido para que ela possa parar de tomar os medicamentos imunossurpresos necessários para evitar a rejeição do órgão.

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Óvulos escolhem espermatozóides

Uma das maiores certezas da ciência está sendo colocada à prova.

Um novo estudo realizado em Seattle, nos Estados Unidos, mostra que os óvulos escolhem os espermatozóides com a melhor carga genética para garantir que o embrião gerado a partir da fecundação seja o mais saudável possível.

O que a nova pesquisa sugere é que o óvulo escolhe o espermatozóide para a função de fertilizador e este tem que ter genes de boa qualidade para dar origem a descendentes fortes. Os cientistas também perceberam que os gametas masculinos não são recrutadores – ao contrário dos femininos, eles não têm habilidade de detectar genes ruins.

ESPERMATOZÓIDES

Para Joe Nadeau, pesquisador do Pacific Northwest Research Institute e líder da descoberta, a reprodução não é uma combinação aleatória de genes, porque em seus testes certos pareamentos se mostraram muito mais frequentes que outros. “É o equivalente a escolher um parceiro”, disse em entrevista à revista Quanta.

A teoria de Nadeau é que o óvulo pode dar preferência ou rejeitar espermatozoides com determinadas características genéticas. Essa noção coloca os gametas femininos como partes ativas no processo de reprodução, e deixa a seleção natural que acontece na fecundação ainda mais complexa.

Para chegar a essas conclusões, a equipe do cientista colocou ratos machos com genes normais para cruzar com fêmeas que carregavam um gene normal e outras com um gene com maiores chances de desenvolver câncer de testículo. As crias desse primeiro experimento nasceram com genes aleatórios, seguindo as leis de Mendel. Mas em uma segunda tentativa, Nadeau inverteu os “problemas”: colocou ratinhas saudáveis para reproduzirem com machos com a cópia do gene mutante. Quando os filhotes nasceram, apenas 27% apresentava o gene mutante do pai – o esperado era que 75% deles nascessem com a variação genética.

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Poluição e Infertilidade

Homens expostos à poluição do ar correm o risco de ter espermatozóides menores e de formato anormal, o que pode resultar em infertilidade conjugal.

Uma análise de mais de 6.400 homens taiwaneses com idades entre 15 e 49 anos de 2001-2014 encontrou uma forte associação sólida entre um declínio no esperma “normal” e a exposição às partículas PM2.5 (com menos de 2,5 micrômetros de diâmetro), presentes na poluição atmosférica.

A associação foi observada para a exposição de curto prazo, de três meses, e para a exposição de longo prazo, de dois anos, de acordo com os resultados do estudo, publicado na revista médica Occupational & Environmental Medicine.

A equipe de pesquisa disse que cada aumento de cinco microgramas por metro cúbico de ar (5mcg/m3) nos níveis de PM 2,5 no período médio de dois anos foi associado a uma queda significativa na morfologia normal dos espermatozóides.

poluição

Power Station – United Kingdom

A exposição à poluição foi medida no endereço residencial de cada participante usando dados de satélite da Nasa.

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Tratamento genético

Cientistas realizam edição genética dentro do corpo humano pela primeira vez

 
Pela primeira vez na história, cientistas estão se preparando para realizar edição genética dentro de um organismo humano vivo. Edição genética significa apagar ou destruir genes causadores de doenças. A terapia experimental tem como objetivo curar permanentemente doenças genéticas graves.
O paciente é Bryan Madeux, de 44 anos. Ao longo de sua vida, ele passou por 26 cirurgias devido a um distúrbio genético gravíssimo chamado síndrome de Hunter. Ele nasceu sem um gene que produz uma enzima para assimilar alguns tipos de carboidratos, fazendo com que eles se acumulem no organismo causando todos os tipos de problemas.
 
Até hoje, o único tratamento conhecido era caríssimo. Ele precisaria receber doses regulares da enzima, o que, nos Estados Unidos, poderia custar entre US$ 100 mil e US$ 400 mil por ano, segundo estimativa relatada pela Associated Press. Ainda assim, essa terapia apenas garante que não haja mais estragos e não soluciona os problemas já existentes e também não impede a deterioração do cérebro.
 
A edição genética, no entanto, se apresenta como uma solução possível para atacar o problema de uma forma mais definitiva. Os pesquisadores da Sangamo Therapeutics injetaram em Madeux um vírus contendo material para edição de genes, com a expectativa de que eles modifiquem o DNA nas células do paciente. Estima-se que apenas 1% das células de seu fígado precisem ser alteradas para que o órgão seja capaz de produzir as enzimas de que ele sempre necessitou.
 
Tratamentos com edição genética não são totalmente novos, mas o método é único. Até hoje, cientistas extraíam células imunes, editavam externamente e devolviam ao corpo para combater uma condição, como câncer de pulmão. O tratamento de Madeux, no entanto, é o primeiro a fazer isso diretamente no interior do corpo humano.
 
Para concretizar essa missão, a Sangamo usou uma técnica chamada de nuclease de dedo de zinco, que é capaz de encontrar no código genético de uma célula a localização precisa para fazer um “corte”. O vírus contém também pedaços do gene ausente, injetado no DNA por meio de sistemas de reparação genética presentes no organismo, preenchendo o espaço onde o “corte” foi feito.
TRATAMENTO GENÉTICO
 
A terapia é peculiar, porque altera de forma permanente o DNA do paciente, e, no passado, o tratamento genético já causou problemas aos pacientes, injetando genes em locais não desejados. No entanto, o método da nuclease de dedo de zinco e a alternativa CRISPR têm como objetivo mitigar esse risco. Além disso, o vírus injetado em Madeux também é projetado para se manter longe das células reprodutivas (óvulos e espermatozoides) para que a alteração não seja passada para seus filhos no caso de o paciente vir a ter filhos.
 
Agora a questão é saber se o tratamento terá resultados. A expectativa é que já seja possível observar se houve sucesso ou não dentro de um período de três meses.
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Cessão temporária de Útero

O Conselho Federal de Medicina atualizou as novas regras para utilização das técnicas de Reprodução Assistida (RA) no Brasil, por meio da Resolução 2.168/17 – publicada em 10 de novembro no Diário Oficial da União -, a qual revoga a legislação anterior. Dentre os avanços está a ampliação das parentes que podem ceder o útero.

cessão temporária de útero

CFM altera regras quanto à cessão temporária de útero

Importante ressaltar que, a partir da Resolução 2.168/17, foi ampliado o número de parentes aptos a ceder o útero para uma gravidez. Antes, somente familiares ascendentes (como avó, mãe e tia) poderiam receber o óvulo da doadora. Agora, descendentes (como filhas e sobrinhas) também podem ceder o útero para gestação. Outra mudança diz respeito ao descarte de embriões. O período que anteriormente era de cinco anos, foi reduzido para três.

Cancêr de Próstata e Novembro Azul

O câncer de próstata é o tumor maligno mais comum entre os homens e o segundo que mais leva ao óbito.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que aproximadamente 80 milhões de pessoas ao redor do mundo apresentem o problema. Muitos homens tratados pelo câncer de próstata podem desenvolver infertilidade.

O que é?

De acordo com a Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva (American Society for Reproductive Medicine – ASRM), a infertilidade é a incapacidade de obtenção de gestação após um ano de tentativas, sem uso de nenhum método anticoncepcional.

Atualmente, estima-se que a infertilidade atinja 10% a 20% dos casais em idade reprodutiva, independentemente de suas origens étnicas ou sociais. Em aproximadamente 30% dos casos, a infertilidade é causada apenas por fatores masculinos, enquanto que em 20% têm causas masculinas e femininas combinadas.

Causas

A idade do casal, duração da infertilidade, história prévia de gravidez, métodos contraceptivos utilizados no passado, bem como a frequência e o período do ciclo menstrual em que o paciente vem mantendo relações sexuais devem ser investigados.
Os pacientes devem manter intercurso sexual a cada dois dias no período ovulatório e peri-ovulatório, para garantir a presença de espermatozoides móveis nas tubas uterinas durante a passagem do ovócito.

Entre as doenças que podem causar infertilidade no homem, estão:

  • Varicocele, dilatação anormal das veias dentro da bolsa escrotal, é a causa mais comum
  • Criptorquidia unilateral ou bilateral, ou seja, a falta do testículo dentro da bolsa escrotal
  • Torção testicular, que pode resultar em isquemia do testículo afetado e afetar a produção de espermatozoides
  • História prévia de trauma testicular
  • Infecções do trato genital masculino, tais como prostatite e epididimite, pois podem levar à obstrução do trato reprodutivo e subsequente infertilidade
  • Orquite (inflamação no testículo) pós-caxumba. O acometimento testicular ocorre em 40 – 70% dos casos de caxumba pós-puberal
  • Pacientes com câncer testicular que foram tratados com quimioterapia, radioterapia, cirurgia retroperitoneal, ou uma combinação destas técnicas. Após o tratamento, pode demorar até 5 anos para que o paciente volte a apresentar espermatozoides no seu ejaculado
  • Febre, viremia ou bacteremia podem causar uma disfunção testicular temporária
  • O tempo em que o paciente atingiu a puberdade, já que a puberdade precoce pode indicar a presença de uma síndrome adreno-genital, enquanto a puberdade atrasada pode indicar um hipogonadismo ou Síndrome de Klinefelter
  • História familiar de diabetes mellitus, uma vez que a diabete pode levar à ejaculação retrógrada ou à ausência da emissão seminal
  • Cirurgias vesicais, pélvicas, retroperitoneais e transuretrais
  • Alterações genéticas

Fatores de risco

  • Tabagismo
  • Alcoolismo
  • Uso de drogas, como maconha, cocaína, heroína, crack e haxixe
  • Estilo de vida
  • Poluição ambiental
  • Condições sistêmicas, como diabetes e câncer e seus tratamentos, também podem prejudicar a produção de espermatozoides pelo testículo
  • Exposição ocupacional a gonodotoxinas, um tipo de pesticida
  • Exposição ao cádmio, chumbo e manganês
  • Trabalhadores expostos ao calor intenso
  • Uso frequente de saunas e banheiras com água quente.

Diagnósticos Médicos

A presença de infertilidade masculina é frequentemente definida pela existência de alterações nos parâmetros seminais, no entanto, o valor do achado de parâmetros seminais normais como diagnóstico de fertilidade masculina está muito longe de ser considerado aceitável. Sendo assim, a necessidade de testes diagnósticos com boa sensibilidade, acurácia e que sejam facilmente padronizados tem estimulado a busca de critérios bioquímicos, por meio dos quais a qualidade do ejaculado humano poderá ser melhor avaliada.

Apesar de o espermograma ser o exame disponível mais utilizado na prática clínica, os parâmetros seminais avaliados possuem limitações relacionadas à etiologia da disfunção espermática assim como na determinação da sua capacidade de fertilização.

São necessárias duas amostras com intervalo entre 15 a 30 dias. O exame avalia o volume de sêmen, o número, a concentração, a movimentação (motilidade) e a forma (morfologia) dos espermatozoides e também se há algum tipo de inflamação, o que será diagnosticado pela presença de leucócitos.

Também podem ser solicitados o exame de doppler dos testículos e a dosagem dos hormônios: testosterona total, FSH, LH e prolactina.

novembro azul

Tratamento

A correção da causa da infertilidade deve possibilitar o retorno da fertilidade do casal e a gravidez espontânea, desde que seja possível o diagnóstico e o tratamento. O principal objetivo é identificar causas específicas direcionando o tratamento da infertilidade masculina.
Apesar disso, aproximadamente 25% das causas de infertilidade masculina são chamadas de idiopáticas, e não possuem tratamento específico.

Levantada a causa, é possível indicar o melhor tratamento.

Entre as técnicas de reprodução assistida existem:

  • Inseminação artificial, quando são injetados espermatozoides na cavidade uterina após estímulo ovulatório
  • Fertilização in vitro, quando se colocam espermatozoides em contato com o oócito feminino e espera-se a fecundação para transferi-lo para o útero
  • ICSI (Injeção Intracitoplasmática de Espermatozoide), quando se introduz o espermatozoide no interior do óvulo e, uma vez fertilizado, transfere-se para o interior da cavidade uterina

Fonte: portaldaurologia.org.br/doencas/infertilidade-masculina/

Menopausa precoce

Toda mulher tem o desejo de ser magra.

O baixo peso acentuado (menopausa) porém pode acarretar prejuízos para a saúde e tem um grande impacto sobre a capacidade reprodutiva .

Um recente artigo publicado no jornal da Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia, “Human Reproduction”, mostrou a relação entre menopausa precoce (quando o processo começa antes dos 45 anos) e baixo peso corporal.

Um recente artigo publicado na Revista Human Reproduction mostrou a correlação entre menopausa precoce e baixo índice de massa corpórea. A recomendação é que mulheres que tenham um peso muito baixo procurem orientação médica caso queiram engravidar no futuro.

menopausa


Mulheres abaixo do peso aos 18 anos tiveram um risco 50% maior de ter menopausa precoce se comparadas às magras ou com peso normal. Já aquelas cujo índice de massa corporal é menor que 18,5kg/m² aos 35 anos, tiveram um risco 59% maior que as outras. As que foram muito magras em qualquer idade possuem risco 30% maior de antecipar a menopausa se comparadas àquelas com peso normal.


A prática excessiva de exercícios físicos ou antecedentes familiares de menopausa precoce (quando a mãe também entrou na menopausa mais cedo) também pode ser fatores de risco para o problema.

Veja aqui os principais sintomas e causas

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Alimentos com pesticidas

Consumo de pesticidas está relacionado a infertilidade e aborto em mulheres

 
Foi realizado um estudo em Harvard, mostrando que se as mulheres comerem 2,3 porçoes ou mais frutas e vegetais com alto teor de pesticidas tem a probabilidade 18% menor de engravidar e uma probabilidade 26% menor de dar à luz um bebê vivo.
 
Mais de 325 mulheres participaram desse estudo, elas já estavam passando por tratamento de infertilidade com tecnologia de reprodução assistida no hospital dos EUA.
pesticidas
 
Os pesquisadores deram questionários sobre a dieta das mulheres e registraram a sua altura, peso, saúde geral, ingestão de suplementos e histórico médico. Em seguida, analisaram a exposição de pesticidas de cada mulher, determinando se as frutas e vegetais que elas consumiram foram tratados com altos ou baixos níveis de pesticidas.
 
Os pesquisadores também determinaram que o consumo de frutas e vegetais com baixos resíduos de estava associado a maiores probabilidades de gravidez e parto. “Embora tenhamos constatado que a ingestão de frutas e vegetais com alto teor de pesticidas estava associada a um menor sucesso reprodutivo, a ingestão de frutas e vegetais com baixos resíduos de pesticidas tinha a associação oposta”, disse Chiu.
 
O pesquisador concluiu: “Uma escolha razoável com base nestes achados é consumir frutas e vegetais de baixo teor de pesticidas em vez de resíduos de alto teor de pesticidas. Outra opção é escolher orgânico para as frutas e vegetais que contêm altos resíduos de pesticidas. É muito importante ter em mente que, na medida em que sabemos, é a primeira vez que esta associação é relatada, por isso é extremamente importante que nossas descobertas sejam replicadas em outros estudos”.
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Doença inflamatória pélvica

A doença inflamatória pélvica (DIP) engloba o conjunto de doenças inflamatórias do trato genital feminino superior: útero, trompas e ovários. Atinge a mulher jovem ao redor dos 20 anos, 35 anos

É a complicação mais comum e mais séria da doença sexualmente transmissível, causando altos índices de gravidez ectópica (fora do útero), dor pélvica crônica e infertilidade.

Como se adquire a DIP?

A causa mais comum é a transmissão sexual , mas também pode surgir após procedimentos ou eventos ginecológicos, como:

  •  parto
  •  aborto
  •  inserção de um DIU (dispositivo intra-uterino) para contracepção,
  •  biópsia de endométrio
  •  histeroscopia
  •  curetagem uterina

As bactérias mais freqüentemente envolvidas na DIP são a Chlamydia trachomatis e a Neisseria gonorrhea, entretanto, bactérias da flora vaginal normal podem estar presentes.

O que se sente?

Os sintomas mais comuns são:

Corrimento vaginal (leucorréia) usualmente com coloração, odor e consistência alterada e dor abdominal baixa, não deveria ter um destaque separado desde que é o principal sintoma ? Que se iniciam logo após o período menstrual.

Pode ocorrer febre, calafrios, dor durante a relação sexual ou sangramento menstrual irregular.É importante diferenciar de outras doenças que causam sintomas similares, como apendicite aguda e gravidez ectópica.

DIP

Como o médico faz o diagnóstico?

O diagnóstico inclui o exame físico, no qual se determina a presença e as características do corrimento, dor à palpação abdominal e dor à palpação e mobilização do útero. Alguns exames laboratoriais como hemograma, teste de gravidez (hCG), pesquisa de clamídia e gonococo, E.Q.U, exame a fresco do conteúdo vaginal, bem como ecografia pélvica auxiliam na confirmação do diagnóstico.

Como é o tratamento da DIP?

O tratamento da DIP não complicada deve ser no âmbito ambulatorial com o uso de antibióticos e acompanhamento regular da paciente.

A DIP complicada requer hospitalização e terapêutica antibiótica endovenosa seguida por complementação oral.

O parceiro sexual sempre deverá ser tratado.

Prevenção

A prevenção inclui a necessidade de comportamento sexual seguro, estimulando o uso de preservativos e de anticoncepção efetiva.