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Mamães diabéticas e os cuidados

A gravidez da mulher diabética

As futuras mamães precisam de uma alimentação balanceada e de alguns cuidados, como ter um controle muito rigoroso dos níveis de açúcar no sangue durante os 9 meses de gestação para evitar possíveis complicações.

É preciso elaborar uma dieta pobre em carboidratos simples (açúcar branco, pão macarrão, biscoito, batata) e dar preferência aos carboidratos complexos (derivados de vegetais, leguminosas e cereais integrais). A absorção deste segundo tipo de carboidrato é mais lenta, permitindo melhor controle da glicemia.

diabetes

Cuidados que a diabética deve ter durante a gravidez

• Consultar o médico a cada 15 dias;
• Registrar diariamente os valores de açúcar no sangue, por quantas vezes o médico indicar;
• Tomar todos os remédios de acordo com a orientação do médico;
• Realizar a prova da insulina 4 vezes ao dia;
• Fazer o exame da curva glicêmica a cada mês;
• Realizar o exame do fundo do olho a cada 3 meses;
• Ter uma alimentação equilibrada pobre em açúcares;
• Fazer caminhadas regularmente, principalmente após as refeições.

Procure comer:

• Muitas frutas – de todo tipo, sucos, frutas secas;
• Muitas verduras e legumes (folhas, hortaliças, leguminosas…);
• Nozes, castanhas, amêndoas;
• Queijo branco (minas, ricota), leite desnatado, mel;
• Pão integral, aveia, germe ou farelo de trigo, fibras em geral;
• Tome bastante água.

Evite comer:

• Enlatados, condimentos (catchup, mostarda, maionese), coisas gordurosas,
• Carnes pesadas, carnes cruas,
• Refrigerantes, refrescos e bebidas industrializadas.

Não consuma:

• Bebidas Alcoólicas
• Cigarro

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Amamentar durante mais tempo reduz risco de diabetes

As mulheres que amamentam durante seis meses ou mais tempo têm menos probabilidade de vir a ter diabetes do tipo 2

O risco de diabetes do tipo 2 nestas mulheres cai para 47% quando comparado com o de mulheres que nunca amamentaram. As mulheres que amamentaram por um período inferior a seis meses têm menos 25% de probabilidade de vir a ter diabetes.

amamentação

O estudo, publicado na revista médica JAMA Internal Medicine e realizado por uma equipe científica da organização de cuidados médicos norte-americana Kaiser Permanente, partiu de uma amostra de 1.238 mulheres que não tinham inicialmente diabetes.

A equipe científica teve em consideração fatores de risco, como obesidade, estilos de vida ou antecedentes familiares de diabetes, e resultados perinatais.

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Doação de Órgãos

Hoje comemoramos o Dia Internacional da Doação de Órgãos.

A doação de órgãos é, acima de tudo, um ato de amor, que permite devolver a vida à pessoas que sofrem com as mais diversas doenças.

A doação de óvulos é também um ato de amor. É o processo através do qual uma mulher recebe óvulos de uma doadora para poder realizar o desejo da maternidade. Esse óvulo doado é fertilizado e transplantado para o útero da mulher. Esse processo permite à mulheres com menopausa precoce ou mulheres que perderam seus ovários por câncer realizarem seu sonho de serem mães. Se você tiver menos de 35 anos e for saudável poderá ser uma doadora de óvulos!

Como é o procedimento?

Os óvulos da doadora são unidos aos espermatozoides do casal receptor para obter embriões; estes serão transferidos para a receptora através de um tratamento de Fertilização in Vitro para obter a gestação. Desta forma, a ovodoação torna possível o milagre da vida em mulheres que, de outra maneira, não poderiam ter filhos.

óvulos

Para quem é indicado ?

Mulheres em idade avançada
• Mulheres com falência ovariana devido a menopausa
• Mulheres que não podem utilizar seus próprios óvulos, ou pela baixa qualidade dos mesmos ou por doenças hereditárias que não podem ser detectadas através das técnicas de PGD (Diagnóstico Genético Pré implantacional ).
• Mulheres com fracassos repetidos de Fecundação in Vitro
• Mulheres que tiveram abortos

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Dia mundial da Amamentação

No dia 1º de Agosto foi celebrado o Dia Mundial da Amamentação.

Data que tem como objetivo promover o exercício do aleitamento materno, estimular a criação de bancos de leite e contribuir no combate à desnutrição infantil. Existem alguns mitos sobre o aleitamento, como por exemplo: “Algumas mulheres têm leite fraco”. No início da amamentação o primeiro leite, chamado de colostro, é aquoso, o que pode dar a impressão de que o leite é fraco. Entretanto isso não é verdade. Essa substância é rica em anticorpos essenciais para garantir a saúde da criança.

Além do leite materno ser o alimento mais completo para o desenvolvimento do bebê, a amamentação contribui para criar um laço entre mãe e filho. O aleitamento está relacionado ao desenvolvimento emocional do bebê, pois promove uma forte ligação com a mãe, transmitindo-lhe segurança e carinho, de modo a facilitar, mais tarde, o seu relacionamento interpessoal.

amamentação

Em meio a tantas informações, é comum que as mamães tenham diversas dúvidas. Para auxiliá-las, as enfermeiras respondem algumas das questões mais recorrentes sobre o tema.

– Passar produtos nos seios previne rachaduras
MITO. Não use sabonetes, álcool, pomadas ou perfume. A limpeza deve ser feita apenas com água. A pomada a base de lanolina, deve ser utilizada sempre na aréola e mamilo, pois é utilizada para tratamento das feridas. Em volta da mama pode utilizar o creme de estrias normal já utilizado na barriga.

– Amamentação ajuda a prevenir o câncer de mama
VERDADE. Segundo a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), a amamentação completa diminui de 3 a 4% o risco da mulher desenvolver o câncer de mama. Mulheres que amamentam por mais de seis meses têm menos chances de desenvolver a doença devido a substituição de tecido glandular por gordura nas mamas.

– Existe uma posição ideal para amamentar
VERDADE. O fundamental é que ambos estejam confortáveis e relaxados, mas é importante observar o alinhamento entre o corpo e a cabeça da criança, abdômen do bebê encostado ao abdômen materno e queixo tocando a mama. A criança deve estar apoiada pelo braço da mãe, que envolve a cabeça, o pescoço e a parte superior do seu tronco. A boca precisa estar bem aberta com o lábio inferior para fora recobrindo quase toda a aréola (como uma “boca de peixe”) enquanto a porção superior da aréola pode ser visualizada.

– Apenas a pega incorreta pode desencadear fissura nos mamilos
MITO. Outros fatores como clima, resíduos de detergente nas roupas, loções aplicadas na região da mama, sabonetes, talco, produtos para cabelo, desodorante ou perfume, podem influenciar no ressecamento dos seios. O uso incorreto de bombinhas para extrair o leite também pode causar o aparecimento de rachaduras, pois certos equipamentos, quando utilizados de forma mais brusca, podem ferir o tecido mamário e romper os capilares. Por isso, recomenda-se colocar o dedo mínimo no canto da boca do bebê para ele soltar o vácuo que está fazendo na mama, antes de retirá-lo.

– Quem tem prótese de silicone não pode amamentar
MITO. O silicone não interfere na qualidade do leite materno, pois as próteses ficam localizadas abaixo das glândulas mamárias. Vale ressaltar que existem várias maneiras pelas quais as próteses podem ser colocadas e a maioria delas não oferece nenhum risco. A exceção fica por conta dos procedimentos conhecidos por periareolar e transareolar, em que o enchimento é inserido pelas aréolas dos seios.

– Amamentar deixa os seios flácidos
MITO. É importante ressaltar que a flacidez dos seios ocorre em função da gravidez e não da amamentação, portanto, o fato de não amamentar para evitar o problema não tem fundamento.

– Durante o aleitamento o consumo de chocolate deve ser controlado
VERDADE. A mãe pode comer chocolate, mas sem exageros. Quantidades superiores a 400 gramas de chocolate por dia causa irritabilidade ou aumento da peristalse do intestino do bebê – causando cólica e dor de barriga.

– O bebê deve mamar a cada duas ou três horas
MITO. A criança em aleitamento materno exclusivo deve mamar em livre demanda, ou seja, na hora que quiser. Porém, após 3 horas de jejum, aumenta o risco de hipoglicemia, devendo-se oferecer a mama ao recém-nascido para minimizar o risco.

– A amamentação deve ser exclusiva até os seis meses
VERDADE. As recomendações do Ministério da Saúde, da Organização Mundial da Saúde, da Sociedade Brasileira de Pediatria e da Academia Americana de Pediatria é de que a amamentação seja exclusiva até os 6 meses de vida para garantir a saúde dos bebês e imunizá-los contra doenças respiratórias, diarreias, doenças crônicas, problemas cardiovasculares, diabetes, hipertensão e osteoporose. Após esse período, inicia-se a inclusão de alimentos na dieta da criança, conforme orientação do pediatra, que ocorre até os dois anos de idade. Recomenda-se que não fique mais de 4h de jejum.