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Alimentos com pesticidas

Consumo de pesticidas está relacionado a infertilidade e aborto em mulheres

 
Foi realizado um estudo em Harvard, mostrando que se as mulheres comerem 2,3 porçoes ou mais frutas e vegetais com alto teor de pesticidas tem a probabilidade 18% menor de engravidar e uma probabilidade 26% menor de dar à luz um bebê vivo.
 
Mais de 325 mulheres participaram desse estudo, elas já estavam passando por tratamento de infertilidade com tecnologia de reprodução assistida no hospital dos EUA.
pesticidas
 
Os pesquisadores deram questionários sobre a dieta das mulheres e registraram a sua altura, peso, saúde geral, ingestão de suplementos e histórico médico. Em seguida, analisaram a exposição de pesticidas de cada mulher, determinando se as frutas e vegetais que elas consumiram foram tratados com altos ou baixos níveis de pesticidas.
 
Os pesquisadores também determinaram que o consumo de frutas e vegetais com baixos resíduos de estava associado a maiores probabilidades de gravidez e parto. “Embora tenhamos constatado que a ingestão de frutas e vegetais com alto teor de pesticidas estava associada a um menor sucesso reprodutivo, a ingestão de frutas e vegetais com baixos resíduos de pesticidas tinha a associação oposta”, disse Chiu.
 
O pesquisador concluiu: “Uma escolha razoável com base nestes achados é consumir frutas e vegetais de baixo teor de pesticidas em vez de resíduos de alto teor de pesticidas. Outra opção é escolher orgânico para as frutas e vegetais que contêm altos resíduos de pesticidas. É muito importante ter em mente que, na medida em que sabemos, é a primeira vez que esta associação é relatada, por isso é extremamente importante que nossas descobertas sejam replicadas em outros estudos”.
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Doença inflamatória pélvica

A doença inflamatória pélvica (DIP) engloba o conjunto de doenças inflamatórias do trato genital feminino superior: útero, trompas e ovários. Atinge a mulher jovem ao redor dos 20 anos, 35 anos

É a complicação mais comum e mais séria da doença sexualmente transmissível, causando altos índices de gravidez ectópica (fora do útero), dor pélvica crônica e infertilidade.

Como se adquire a DIP?

A causa mais comum é a transmissão sexual , mas também pode surgir após procedimentos ou eventos ginecológicos, como:

  •  parto
  •  aborto
  •  inserção de um DIU (dispositivo intra-uterino) para contracepção,
  •  biópsia de endométrio
  •  histeroscopia
  •  curetagem uterina

As bactérias mais freqüentemente envolvidas na DIP são a Chlamydia trachomatis e a Neisseria gonorrhea, entretanto, bactérias da flora vaginal normal podem estar presentes.

O que se sente?

Os sintomas mais comuns são:

Corrimento vaginal (leucorréia) usualmente com coloração, odor e consistência alterada e dor abdominal baixa, não deveria ter um destaque separado desde que é o principal sintoma ? Que se iniciam logo após o período menstrual.

Pode ocorrer febre, calafrios, dor durante a relação sexual ou sangramento menstrual irregular.É importante diferenciar de outras doenças que causam sintomas similares, como apendicite aguda e gravidez ectópica.

DIP

Como o médico faz o diagnóstico?

O diagnóstico inclui o exame físico, no qual se determina a presença e as características do corrimento, dor à palpação abdominal e dor à palpação e mobilização do útero. Alguns exames laboratoriais como hemograma, teste de gravidez (hCG), pesquisa de clamídia e gonococo, E.Q.U, exame a fresco do conteúdo vaginal, bem como ecografia pélvica auxiliam na confirmação do diagnóstico.

Como é o tratamento da DIP?

O tratamento da DIP não complicada deve ser no âmbito ambulatorial com o uso de antibióticos e acompanhamento regular da paciente.

A DIP complicada requer hospitalização e terapêutica antibiótica endovenosa seguida por complementação oral.

O parceiro sexual sempre deverá ser tratado.

Prevenção

A prevenção inclui a necessidade de comportamento sexual seguro, estimulando o uso de preservativos e de anticoncepção efetiva.

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Doenças auto-imunes

As doenças auto-imunes são aquelas em que o organismo reage contra ele mesmo, provocando inflamações e outros problemas que podem tanto ser controlados ao longo dos anos, como ser bem agressivos.

Entre elas, temos a artrite reumatóide, a esclerose múltipla, a tireoidite, a psoríase e o lúpus. No caso do lúpus, que é uma doença crônica e pode afetar diversos órgãos do corpo, como pele, rins, articulações e sistema circulatório, pode haver o comprometimento da fertilidade.

 

De acordo com a Lupus Foundation of América, como 90% dos portadores da doença são mulheres – somando cerca de 1,5 milhão de americanas – questões relacionadas à fertilidade e gravidez são muito importantes. Há quem advirta a paciente a abrir mão de ter filhos, mas as opiniões se dividem.

auto-imunes

“É necessário que a mulher portadora de lúpus tome alguns cuidados ao começar a tentar a engravidar, porque essas pacientes têm um risco aumentado de infertilidade e de abortamento”, diz a doutora Silvana Chedid, especialista em Reprodução Humana e diretora da Clínica Chedid Grieco de Medicina Reprodutiva.

De acordo com a doutora Silvana, a doença não tem causa conhecida e tampouco cura. “Sendo crônica, a doença apresenta fases de remissão e de surtos. Além disso, os medicamentos de controle da doença podem reduzir a fertilidade feminina.

O planejamento de uma gravidez tem de levar em conta essas fases para não pôr em risco a vida da mãe ou ainda do bebê, que pode e deve ser saudável”.

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Como o diabetes compromete a fertilidade

O sistema reprodutivo de homens e mulheres tem uma engenharia maravilhosa. Mas, para funcionar bem, depende de um equilíbrio entre a mensagem hormonal e a performance dos órgãos reprodutores.

Doenças crônicas, como o diabetes, podem impactar o bom funcionamento e resultar em dificuldade para gerar um bebê.

 O diabetes tipo 2 geralmente está associado a obesidade e resistência à insulina. Essas duas condições podem causar deficiência hormonal na mulher, assim como ciclo menstrual irregular e infertilidade. Já o diabetes tipo 1, que normalmente acomete pacientes jovens, ocorre quando as células no pâncreas que produzem insulina são destruídas por anticorpos.

Esse processo também pode se estender a outros órgãos endócrinos, incluindo os ovários, e impossibilitar a gravidez.

Diabetes

De acordo com a doutora Silvana Chedid, especialista em Reprodução Humana e diretora da clínica Chedid Grieco Medicina Reprodutiva, as mulheres que não mantêm o diabetes bem controlado nas primeiras semanas de gravidez têm entre duas e quatro vezes mais chances de gerar uma criança com defeitos, estão mais sujeitas a hemorragias e partos prematuros.

Mas, não é só a mulher que enfrenta problemas em relação à sua fertilidade. Os homens também são afetados pela doença. “Testes de DNA com espermatozóides de pacientes diabéticos demonstram maior quantidade de material defeituoso, que pode provocar a infertilidade masculina, problemas de gestação e abortos espontâneos, principalmente quando o paciente não sabe que está diabético”, diz a doutora Silvana.

Segundo a médica, o aumento da doença no Brasil tem preocupado os especialistas. “O diabético costuma apresentar uma significante redução no volume de sêmen. Em cada seis casais em que um dos cônjuges é portador de diabetes tipo 2, pelo menos um precisa recorrer a um especialista para engravidar. Sem mencionar outros fatores que podem contribuir negativamente, como o consumo de álcool e fumo”.

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Novo medicamento

Um novo medicamento para indução de ovulação para tratamentos de Reprodução Assistida acabou de ser aprovado pela ANVISA.

O produto tem como princípio ativo a substância deltafolitropina e é uma versão recombinante do hormônio que estimula o ovário para a produção de folículos, que são necessários para a existência de uma gravidez.

medicamento

O produto é o Rekovelle® que tem como princípio ativo a substância deltafolitropina. O produto é uma versão recombinante do hormônio que estimula o ovário para a produção de folículos.

O hormônio folículo estimulante humano (FSH) estimula o ovário para o desenvolvimento, crescimento e maturação folicular, assim como a produção de esteróides gonadais em mulheres.

Indicação da deltafolitropina

O produto Rekovelle® (deltafolitropina) foi aprovado com a seguinte indicação terapêutica: “Estimulação ovariana controlada para desenvolvimento de folículos múltiplos em mulheres submetidas a técnicas de reprodução assistida (TRA), como a fertilização in vitro (FIV) ou a injeção intracitoplasmática de espermatozoide (ICSI)”.

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Outubro Rosa

No mês em que alertamos quanto à prevenção do câncer de mama, é importante salientarmos quais são os principais fatores de risco para a doença: a idade (> 50 anos), história familiar (primeiro ou segundo grau direto) ou pessoal: ausência de filhos, primeira gravidez após os 30 anos, uso de hormônios externos, consumo de álcool, doença mamária prévia, radiação torácica e obesidade.

O câncer de mama representa o principal tipo de câncer na mulher, mas apresenta um bom índice de cura quando diagnosticado em sua fase precoce.

Nem sempre o câncer de mama aparece como uma massa ou tumoração palpável. Outros sintomas menos frequentes constituem o endurecimento mamário, a presença de secreção pelo mamilo e o aparecimento de gânglios axilares. Geralmente o tumor se inicia na mama, pode atingir a axila e até mesmo aparecer em outros órgãos, fato que chamamos de metástases. A extensão do tumor determina a forma de tratamento.

outubro

Prevenção

A principal maneira de se prevenir o câncer de mama, além do auto exame, é a realização da mamografia. Esse exame favorece o diagnóstico precoce e a elevação nas taxas de cura. Assim sugere-se a realização do exame de mamografia de maneira regular (anualmente) a partir dos 40 anos de idade.

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Ômega 3 ajuda na prevenção da endometriose

Uma alimentação saudável, rica em ômega 3 (gorduras essenciais para o funcionamento do organismo), e principalmente em peixes, pode representar o melhor caminho para a prevenção a uma doença que causa temor em grande parte das mulheres: a endometriose.

A constatação é da Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia, que por meio de uma pesquisa mostrou também que mulheres que se alimentam incorretamente, consumindo muitos produtos industrializados que contenham gorduras trans, estão mais expostas à doença.
 
Segundo a especialista em Reprodução Humana Silvana Chedid, a razão é o fato de o ômega 3 possuir efeito anti-inflamatório, protegendo a cavidade abdominal contra inflamações. “Por isso alimentos ricos nessa gordura, como a sardinha, o atum e o salmão, são totalmente recomendados”, diz.
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A endometriose é o crescimento de tecidos da parede do útero (endométrio) fora dele. A menstruação feminina ocorre não apenas para fora do corpo mas também para dentro e isso ocasiona esse crescimento irregular em outros locais do corpo, no estômago ou nos intestinos.Mulheres com endometriose podem ter a sua fertilidade seriamente comprometida.
 
Segundo Silvana Chedid os focos crescem estimulados pelo estrogênio – hormônio feminino. “Todos os tratamentos são baseados em medicamentos que inibem a produção desse hormônio”. De fato, a mulher só está totalmente protegida contra o problema durante a menopausa e a gravidez -quando a produção desse hormônio é reduzida.
 
Cuidados ao comer

Recomendado

Todos os alimentos que sejam ricos em ômega 3, como: Peixes, especialmente o salmão e a sardinha.
 
Soja. Também são recomendados soja, amendoim, legumes e ervilhas, pois diminuem o acúmulo de estrogênio no organismo.
 
Frutas. Generosas porções de frutas, legumes e hortaliças, cereais integrais também são um bom caminho.

Não recomendado

Qualquer tipo de produto industrializado com alta concentração de gordura.
 
Frituras. Além das frituras, os embutidos, frios, salames, presunto, creme de leite, biscoitos, chips, bolos prontos devem passar longe de sua dieta.
 
Refinados. Deve-se evitar, também, o consumo de alimentos ricos em farinha refinada, desprovidos de minerais essenciais e contendo elevado teor calórico.
 
Açúcar. A ingestão de açúcar, contido em doces e tortas deve ser em menores quantidades e bastante cautelosa
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Preservação da fertilidade

O câncer de mama é o tipo de câncer mais frequente nas mulheres e cada vez acomete mais mulheres jovens.

Muitos dos esquemas de quimioterapia usados para o tratamento desse tipo de câncer podem levar à esterilidade. Alguns quimioterápicos são tóxicos para os ovários e podem induzir à uma falência ovariana prematura (menopausa precoce). Para garantir a preservação da fertilidade em mulheres jovens com câncer de mama existe a técnica de congelamento dos óvulos. Além da grande possibilidade de superar o câncer quando a doença é detectada precocemente esse diagnóstico não deve impedir os planos de futuro e inclusive é bom ter esta perspectiva para encarar o tratamento com mais forças.

preservação

A Preservação da fertilidade deve ser pensada sempre com orientação e apoio do oncologista, que avalia as possibilidades e tempo disponível antes de iniciar o tratamento. Existem várias alternativas para as mulheres, são elas: Vitrificação de óvulos, criopreservação do córtex ovariano e transposição de ovários.  A mais utilizada é a Vitrificação de óvulos.

A Vitrificação de óvulos permite que os óvulos maduros conseguidos após a estimulação ovariana sejam criopreservados para utilização posterior quando a paciente tiver a alta do oncologista com o mesmo prognóstico que se tinha no momento de serem vitrificados. Devido à ausência de formação de cristais de gelo, as taxas de sobrevivência dos óvulos são elevadas, permitindo postergar a maternidade para após o final do tratamento para o câncer.

A criopreservação do córtex ovariano é outra técnica de preservação da fertilidade que têm conseguido diversos nascimentos a nível mundial. Esta técnica permitiria restabelecer a função ovariana, com o que, inclusive, a possibilidade de conseguir gestações espontâneas, além disso, ao ter níveis hormonais normais, se evita efeitos secundários próprios de uma menopausa precoce (osteoporose, calores, risco cardiovascular).

A transposição de ovários é uma técnica de preservação da fertilidade que consiste em afastar os ovários do campo de irradiação para evitar a exposição direta dos mesmos à radioterapia, e evitar assim o dano considerável que esta pode provocar nas gônadas quando se encontram no campo de radiação.

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Climatério

Felizmente a medicina oferece hoje recursos para evitar vários desconfortos para a mulher, especialmente aqueles relacionados à fase de climatério.

Envelhecer com saúde é o que todos queremos. Principalmente nós, mulheres, que além de não envelhecer, desejamos nos sentir cada vez mais ativas, femininas e atraentes.

A reposição hormonal, por exemplo, se bem indicada pode hoje ajudá-la a vencer uma série de sintomas desagradáveis e melhorar sua qualidade de vida. Sabemos, porém, que a reposição não pode ser indicada para todas.

climatério

O que fazer então?

A prevenção é o melhor remédio e deve ser iniciada o quanto antes.

O estilo de vida que temos, em especial na fase dos 30 aos 40 anos, determinará uma entrada saudável na terceira idade. Como o nosso metabolismo vai ficando mais lento com o passar dos anos, é necessário  que, além de uma alimentação equilibrada – pobre em gorduras e carboidratos -, criemos o hábito de uma atividade física regular. Esse, por sinal, é o fator que, após os 50 anos, será responsável pela manutenção do peso: se aos 50 anos ingerimos a mesma quantidade de calorias que consumíamos aos 20 ou 30 anos, teremos certamente um peso corporal 10 a 15% maior. Isso sinifica que precisamos queimar mais calorias para manter o mesmo peso.

Todos os exercícios aeróbicos de baixo impacto, por exemplo caminhar, nadar ou andar de bicleta, estão indicados. A musculação e a ginástica localizada ajudam a manter o tônus e a força muscular, fundamentais para uma boa disposição física.

Os sintomas desagradáveis da menopausa, como os calores e a secura vaginal, entre outros, são causados pelos baixos níveis de estrogênio no sangue. E a alimentação e os exercícios são importantes também na prevenção da osteoporose (diminuição na desnsidade dos ossos).

Faça uma dieta rica em cálcio (presente no leite e seus derivados, em todas as folhas verdes, na água-de-coco, no figo seco e nos frutos do mar) e pobre em substâncias “roubadoras de ossos” , como cafeína, alimentos ácidos, sal e álcool. Evite também o fumo– prevenir é o melhor remédio. Inicie o quanto antes a mudança de seus hábitos de vida, pois tudo acaba se incorporando a nossa rotina, e quanto antes começamos mais fácil será.

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Probabilidade de gravidez

A fertilidade do casal deve ser investigada após um ano de tentativas de gravidez, mantendo relações frequentes e desprotegidas.

Quando a mulher tem idade superior aos 35 anos, o prazo é ainda mais curto: 6 meses. Quanto mais tempo as pessoas esperarem, maior a dificuldade para superar o problema. Após três anos de tentativas de gravidez, as chances diminuem de maneira expressiva, e o casal não deve perder tempo e procurar um especialista em Medicina Reprodutiva.

É coerente procurar um ginecologista quando existe uma dificuldade para engravidar. Mas caso ele não tenha uma especialização na área, ele pode ajudar somente até um certo ponto. Por isso, ao procurar um ginecologista para uma avaliação da fertilidade mais completa, é importante saber se o especialista atua em reprodução humana, pois os avanços da Medicina Reprodutiva, tanto em diagnósticos quanto em tratamentos, acontecem frequentemente.

Veja aqui um video feito pela Dra. Silvana Chedid sobre Tratamento da infertilidade

Quanto mais completa for a primeira consulta, mais informação terá o especialista para identificar a causa da dificuldade de engravidar e dar uma solução personalizada à mesma.

gravidez

Tratamentos existentes
O protocolo de tratamento varia de acordo com os resultados dos exames e idade dos pacientes. Entre as possíveis medidas terapêuticas, destacam-se:

• Mudança de estilo de vida: não fumar, ajustar o peso dentro do índice ideal de massa corporal (IMC), diminuir o consumo de álcool e cafeína, além de manter um equilíbrio nutricional. Todos fatores citados anteriormente podem produzir efeitos negativos na fertilidade da mulher e do homem.

• Planejamento do coito programado com ou sem medicação. Se trata de um namoro programado com base no acompanhamento do período fértil por ultrassonografia.

• Realização de tratamento de Inseminação Artificial com um limite máximo de tentativas. Neste tratamento, os espermatozoides são capacitados e introduzidos através do colo do útero materno para a fecundação acontecer dentro do corpo da mulher. As chances de sucesso da Inseminação Artificial é aproximadamente 15%.

• Realização de Fertilização in Vitro, principalmente indicada quando as tentativas terapêuticas anteriores fracassaram ou quando a idade da paciente é superior aos 38 anos. Na FIV, a fecundação do óvulo acontece no laboratório de embriologia e, após alguns dias em cultivo, é introduzido diretamente no útero materno. As chances de sucesso da FIV podem variar de 30% a 70%, dependendo de vários fatores e estudos de complementares realizados. Por exemplo, é superior com o diagnóstico pré-implantacional genético do embrião, que identifica o embrião livre de alterações cromossômicas. Leia mais sobre o procedimento FIV

• Realização de ciclos de tratamento com óvulos ou sêmen doados. Indicada quando há uma qualidade muito baixa ou ausência dos gametas femininos ou masculinos.

 

Como prevenir problemas

Tem sido cada vez mais frequente que as mulheres a partir dos 30 anos realizem avaliações periódicas da fertilidade, aproveitando a visita anual ao ginecologista. Esta avaliação pode ser realizada com ou sem pausa no uso dos anticoncepcionais. No primeiro caso, é feito o estudo do FSH e a contagem de folículos antrais, e no segundo, se realiza o estudo do hormônio anti-Mülleriano.
Conhecendo o estado atual da fertilidade, as mulheres podem tomar uma decisão mais assertiva sobre quando engravidar ou se vale a pena fazer o congelamento de óvulos para conservar suas chances para o futuro.