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Probabilidade de gravidez

A fertilidade do casal deve ser investigada após um ano de tentativas de gravidez, mantendo relações frequentes e desprotegidas.

Quando a mulher tem idade superior aos 35 anos, o prazo é ainda mais curto: 6 meses. Quanto mais tempo as pessoas esperarem, maior a dificuldade para superar o problema. Após três anos de tentativas de gravidez, as chances diminuem de maneira expressiva, e o casal não deve perder tempo e procurar um especialista em Medicina Reprodutiva.

É coerente procurar um ginecologista quando existe uma dificuldade para engravidar. Mas caso ele não tenha uma especialização na área, ele pode ajudar somente até um certo ponto. Por isso, ao procurar um ginecologista para uma avaliação da fertilidade mais completa, é importante saber se o especialista atua em reprodução humana, pois os avanços da Medicina Reprodutiva, tanto em diagnósticos quanto em tratamentos, acontecem frequentemente.

Veja aqui um video feito pela Dra. Silvana Chedid sobre Tratamento da infertilidade

Quanto mais completa for a primeira consulta, mais informação terá o especialista para identificar a causa da dificuldade de engravidar e dar uma solução personalizada à mesma.

gravidez

Tratamentos existentes
O protocolo de tratamento varia de acordo com os resultados dos exames e idade dos pacientes. Entre as possíveis medidas terapêuticas, destacam-se:

• Mudança de estilo de vida: não fumar, ajustar o peso dentro do índice ideal de massa corporal (IMC), diminuir o consumo de álcool e cafeína, além de manter um equilíbrio nutricional. Todos fatores citados anteriormente podem produzir efeitos negativos na fertilidade da mulher e do homem.

• Planejamento do coito programado com ou sem medicação. Se trata de um namoro programado com base no acompanhamento do período fértil por ultrassonografia.

• Realização de tratamento de Inseminação Artificial com um limite máximo de tentativas. Neste tratamento, os espermatozoides são capacitados e introduzidos através do colo do útero materno para a fecundação acontecer dentro do corpo da mulher. As chances de sucesso da Inseminação Artificial é aproximadamente 15%.

• Realização de Fertilização in Vitro, principalmente indicada quando as tentativas terapêuticas anteriores fracassaram ou quando a idade da paciente é superior aos 38 anos. Na FIV, a fecundação do óvulo acontece no laboratório de embriologia e, após alguns dias em cultivo, é introduzido diretamente no útero materno. As chances de sucesso da FIV podem variar de 30% a 70%, dependendo de vários fatores e estudos de complementares realizados. Por exemplo, é superior com o diagnóstico pré-implantacional genético do embrião, que identifica o embrião livre de alterações cromossômicas. Leia mais sobre o procedimento FIV

• Realização de ciclos de tratamento com óvulos ou sêmen doados. Indicada quando há uma qualidade muito baixa ou ausência dos gametas femininos ou masculinos.

 

Como prevenir problemas

Tem sido cada vez mais frequente que as mulheres a partir dos 30 anos realizem avaliações periódicas da fertilidade, aproveitando a visita anual ao ginecologista. Esta avaliação pode ser realizada com ou sem pausa no uso dos anticoncepcionais. No primeiro caso, é feito o estudo do FSH e a contagem de folículos antrais, e no segundo, se realiza o estudo do hormônio anti-Mülleriano.
Conhecendo o estado atual da fertilidade, as mulheres podem tomar uma decisão mais assertiva sobre quando engravidar ou se vale a pena fazer o congelamento de óvulos para conservar suas chances para o futuro.

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GLIM

A nova técnica de microscopia 3D chamada de GLIM permite capturar o interior de amostras espessas controlando-se a distância que a luz percorre através da amostra.

Uma nova técnica de microscopia que capta imagens 3-D de embriões vivos desenvolvida para uso em bovinos, vai ajudar a determinar a viabilidade embrionária antes da fertilização in vitro em humanos, dizem os cientistas da universidade de Illinois (EUA).

O novo método, chamado microscópio por interferência de gradiente de luz (GLIM), resolve problemas encontrados pelas técnicas hoje utilizadas incluindo a capacidade de capturar imagens de amostras multicelulares de grande espessura. O objetivo é descobrir quais embriões são mais viáveis.

Microscopia biomédica

microscopia

Na maioria das técnicas de microscopia biomédica, a luz é disparada através de fatias muito finas de tecido para produzir uma imagem. Ainda assim, a imagem fica desfocada devido à reflexão da luz entre as superfícies da amostra. Métodos alternativos usam marcadores químicos ou físicos que permitem localizar um objeto específico dentro de uma amostra mais espessa, mas esses marcadores podem ser tóxicos para o tecido vivo.

Isso permite produzir imagens de múltiplas profundidades, que são então compostas por um programa de computador para formar uma única imagem 3-D.

Este novo método de microscopia permite ver toda a imagem, como um modelo tridimensional de todo o embrião ao mesmo tempo. O grupo de pesquisadores que desenvolveu a técnica pretende começar imediatamente a estudar a sua utilização em casos de reprodução assistida humana. Essas imagens podem dar informações sobre a saúde dos embriões, ajudando os médicos responsáveis pela reprodução assistida a selecionar aqueles que são mais susceptíveis de levar a uma gravidez bem-sucedida.

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Fumo e Infertilidade

O fumo é o principal rival da fertilidade.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o tabagismo é a principal causa de morte evitável no mundo.

Estima-se que há 200 milhões de mulheres fumantes no mundo. A fertilidade é reduzida em 25% nas mulheres que fumam até 20 cigarros ao dia, e 43% naquelas que fumam mais de 20 cigarros, ou seja, quanto mais cigarros fumado maior será o declínio da fertilidade. Durante a gestação, o fumo pode aumentar a incidência de placenta prévia (placenta baixa), descolamento prematuro da placenta. Retardo de crescimento intra uterino e parto prematuro.

tabagismo

 

Veja os efeitos do cirgarro na fertilidade

(Publicado pela Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva-ASRM)

Homens e mulheres fumantes tem chances 3 vezes maior de sofrerem de infertilidade quando comparados àqueles que não fumam.

Tentando estabelecer uma relação causal, os estudos atuais mostram que 13% da infertilidade feminina pode ser atribuída ao cigarro. Lembrando que, 10 cigarros por dia já são o suficiente para prejudicar a fertilidade.

Mulheres tabagistas crônicas entrarão mais cedo na menopausa (um a quatro anos antes), o que pode ser atribuído à aceleração da diminuição do estoque de óvulos.
O hábito de fumar está associado a um aumento no risco de abortamento (aumenta em até 27%) e gravidez ectópica (gravidez nas tubas).

Filhos de mães fumantes tem dificuldade no aprendizado escolar.
Filhos de pais fumantes tem maior chance de câncer.
Mutação genética é um possível mecanismo pelo qual o cigarro pode afetar a fecundidade e a função reprodutiva.
Estudos científicos demonstraram que mulheres fumantes necessitam de duas vezes mais tentativas de Fertilização in Vitro que as não fumantes, além de necessitarem nos tratamentos uma quantidade maior de medicamentos.
Fumantes passivos (tanto homens como mulheres) com exposição excessiva ao cigarro também têm maior incidência de todas as alterações descritas acima.

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Falta de vitamina D

Com a baixa exposição ao sol no inverno, pode ocorrer a queda nos níveis de vitamina D no organismo.

Importante em várias funções, como a absorção de cálcio e fósforo, a substância também é essencial na reprodução humana. Estudos apontam a relação entre a dosagem e a capacidade reprodutiva da mulher.
Alguns alimentos também podem ser fontes naturais de vitamina D, como bacalhau, salmão selvagem, sardinha e ovos.

 

Os baixos níveis da substância também estão relacionados a doenças autoimunes, infecciosas, cardiovasculares, cânceres, entre outras.

A vitamina D é metabolizada no organismo pela exposição da pele ao Sol. Tanto para quem quer engravidar como para as gestantes, é indicada a avaliação dos níveis dessa vitamina no organismo e, se necessária, a reposição.

vitamina D

Fontes de vitamina.

O ideal é se expor ao Sol por pelo menos 30 minutos por dia, no começo da manhã ou final da tarde, com a maior parte do corpo descoberta, como pernas e braços. Alguns alimentos também podem ser fonte dessa vitamina, como bacalhau, salmão selvagem e ovos. Além disso, existe a suplementação de vitamina D prescrita pelo médico, em cápsula, gota, comprimido sublingual ou injeção.

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Saco amniótico artificial

Quando o embrião implanta no endométrio, camada interna do útero, começa a iniciar-se a formação da placenta e do saco amniótico .

Uma equipe da Universidade de Michigan (EUA) induziu células-tronco humanas a crescer em uma superfície especialmente projetada para apresentar estruturas que se assemelham ao saco amniótico.

O saco amniótico artificial criado em laboratório foi desenvolvido a partir dessas células-tronco e permite estudar os processos envolvidos no início da gestação.

Saco amniótico

As células desenvolveram espontaneamente algumas das mesmas características estruturais e moleculares observadas em um saco amniótico natural, que é uma estrutura semelhante a uma bola oca e assimétrica, que contém células que darão origem a uma parte da placenta, como ao próprio embrião.
Como vantagem de segurança, as estruturas não contam com outros componentes essenciais do embrião inicial, de forma que não podem se transformar em um feto, o que fatalmente levaria à problemas éticos.  Esta é a primeira vez que se consegue cultivar essa estrutura a partir de células-tronco, em vez de induzir um embrião doado a crescer, como algumas outras equipes estão fazendo, evitando assim a destruição dos embriões.

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Microcirurgia reprodutiva

Laqueadura ou ligadura tubária é um método anticoncepcional (método para prevenir a gestação) no qual as tubas (ou trompas) são cirurgicamente amarradas, cortadas ou queimadas para prevenir a passagem dos óvulos dos ovários para o útero.

Reanastomose tubária ou reversão de laqueadura tubária é uma cirurgia na qual se retira a parte danificada das trompas, desobstruindo a passagem no interior das trompas e restabelecendo com isto a fertilidade da paciente.

Esta cirurgia pode ser uma opção para as mulheres que, por várias razões, desejam engravidar novamente após serem submetidas a laqueadura tubária.

Qual a chance de sucesso?

O sucesso desta cirurgia depende de vários fatores:

– O comprimento e a vitalidade dos segmentos de trompas a serem unidos;
– A habilidade do micro-cirurgião (cirurgião com experiência em micro-cirurgia);
– A idade da mulher no momento da cirurgia para reversão;
– O método utilizado para laqueadura tubária;
– Quantidade de tecido de cicatrização na região da cirurgia;
– Qualidade do espermograma do parceiro e presença de outros fatores de infertilidade.

A obtenção de permeabilidade tubária, ou seja, desobstrução das trompas gira em torno de 70% a 80%. Entretanto, nem todas estas mulheres conseguem engravidar, pois o funcionamento das trompas pode não estar adequado ou podem existir outros fatores que dificultem a gestação. As taxas de gestação após reanastomose tubária são de 50 a 60%.

O que a cirurgia envolve?

Esta cirurgia pode ser realizada por laparotomia (cirurgia tradicional com um corte transversal logo abaixo da linha dos pêlos pubianos, semelhante ao de uma cesárea) ou por laparoscopia. Geralmente, é realizada dentro de 2 a 3 horas, com anestesia geral. Mesmo quando se opta pela cirurgia tradicional, é realizada uma laparoscopia antes da cirurgia para avaliar a possibilidade de realização da reanastomose. Se for possível, pode-se usar um microscópio ou lupa para melhor visualização no momento de conectar as pequenas partes das trompas. São usados fios extremamente delicados para unir estas partes.
Normalmente a paciente pode ir para casa após um ou dois dias de internação. Após a cirurgia, o médico vai prescrever medicação para dor e outras instruções específicas de acordo com a necessidade. A maioria das pacientes retorna às suas atividades normais dentro de 2 semanas.

Quais são os riscos?

Os riscos são raros, mas como em qualquer cirurgia, incluem um potencial risco de complicações anestésicas e infecção. Após uma reversão de laqueadura tubária, o risco de uma gestação ectópica (gestação que ocorre na própria trompa) aumenta em cinco vezes, atingindo taxas de até 5% dosa casos.

Você é candidata para esta cirurgia (Reversão de laqueadura tubária)?

Você é candidata a cirurgia se não existir nenhuma contra-indicação médica para sua gestação, se as condições de sua trompa forem adequadas para serem unidas e o espermograma do marido (parceiro) for normal. Lembre-se de que as chances de sucesso diminuem com o passar da idade.

O que é necessário antes da cirurgia?

História médica e exame físico;
Espermograma do marido (parceiro);
Histerosalpingografia (Raio-X que mostra o útero e trompas).
Podem se requisitados exames adicionais conforme cada caso em especial

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Endometriose: diagnóstico precoce e atenção multidisciplinar são fundamentais

O tratamento da endometriose depende de alguns fatores: estágio da doença, local onde a endometriose se instalou, sintomas e desejo de engravidar

A endometriose afeta cerca de seis milhões de brasileiras. Trata-se do crescimento, fora do útero, do endométrio – tecido que recobre a superfície interna do útero. Em estágios avançados, a doença chega a ser bastante incapacitante.

Sendo assim, diagnóstico precoce e atendimento multidisciplinar são requisitos fundamentais para melhor abordagem terapêutica. O tecido endometrial pode crescer na cavidade pélvica e infiltrar ovários (endometriomas), trompas, regiões retrocervical e retrouterina (posteriores ao colo e corpo do útero), vagina, intestino, bexiga e parede abdominal.

O endométrio que está fora da cavidade uterina também é sujeito aos efeitos hormonais ao longo do ciclo menstrual, podendo provocar alterações inflamatórias nesses locais e promover aderências entre os órgãos, além de cólicas menstruais, dor pélvica e dor à relação sexual. A endometriose tem tratamento e quanto mais cedo for iniciado melhor o prognóstico reprodutivo da mulher

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Reino Unido concede primeira licença para fecundação de “três pais”

O órgão regulador de fertilização humana do Reino Unido concedeu no dia 16/3/2017 ao Centro de Fertilidade de Newcastle, no norte da Inglaterra, a primeira licença para a utilização do método de fecundação de bebês nascidos a partir do DNA de três progenitores. A técnica havia sido aprovada legalmente no país em 2015, mas em caráter provisório e recebeu aprovação definitiva em dezembro de 2016.

A técnica de reprodução assistida utiliza o DNA de três progenitores diferentes – pai, mãe e uma doadora – permitindo que casais com mutações genéticas raras possam gerar filhos saudáveis. Consiste em se realizar a fertilização do óvulo da mãe e de uma doadora com o esperma do pai. Os núcleos são retirados antes que os óvulos fertilizados comecem a se dividir, descartando-se em seguida o da doadora e substituindo-o pelo da mãe.

O feto terá uma quantidade mínima de DNA da doadora, mas os elementos que definem as características físicas serão os dos pais. A técnica somente poderá ser aplicada se houver risco de o bebê desenvolver uma doença mitocondrial a qual pode ser devastadora para famílias afetadas.

Por Deutsche Welle Fonte: G1 – RJ (17/03/2017)

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FALTA DE RELAÇÃO ESTÁVEL E CARREIRA MOTIVAM MULHERES A PRESERVAR A FERTILIDADE

A partir dos 40 anos as possibilidades de engravidar com óvulos próprios são inferiores a 5%.
Mulheres que ainda não encontraram o parceiro ideal para ter filhos ou estão em um momento difícil para engravidar, cada vez mais têm investido em congelar seus óvulos.
Esta iniciativa, que pode ser considerada uma prevenção para uma possível perda da fertilidade, ajuda também a reduzir a pressão de ter que engravidar o mais rápido possível.
O congelamento de óvulos, também conhecido como vitrificação, utiliza nitrogênio líquido para conservar os óvulos a uma temperatura de -196º depois de tratá-los com uma substância crioprotetora. A técnica era principalmente utilizada por motivos médicos, por exemplo, antes do tratamento contra o câncer, que afeta a fertilidade. Atualmente mulheres que por motivos diversos terão que postergar o plano de gravidez tem procurado a preservação de seus óvulos.  “Hoje em dia os resultados da vitrificação tanto em termos de sobrevivência de óvulos, quanto em chances de gravidez através de tratamento de reprodução humana assistida são equivalentes”, explica Dra. Silvana Chedid, especialista em reprodução humana e diretora da Chedid Grieco Medicina Reprodutiva. “Vários estudos têm comprovado que os óvulos congelados e os óvulos frescos possuem o mesmo potencial de sucesso na Fertilização In Vitro”, conclui a Dra Silvana.

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Justiça condena plano de saúde a custear procedimento de fetilização

O Tribunal de Justiça do Distrito Federal condenou Bradesco Saúde S/A a autorizar e custear procedimentos de fertilização in vitro para um casal com infertilidade. De acordo com a decisão, a seguradora terá que arcar com o tratamento, que custa cerca de R$ 20 mil, no prazo de 10 dias sob pena de multa diária em caso de descumpimento. A defesa alegou que o procedimento não está previsto na cobertura do plano e nem nos procedimentos de saúde editados pela Agência Nacional de Saúde Complementar (ANS).

A advogada que representou o casal, afirma que os clientes têm direito não somente ao tratamento da infertilidade como também ao planejamento familiar conforme previsto no Código Civil, na Constituição Federal e também na legislação que rege as operadoras de planos de saúde (Lei 9.656/98). “A infertilidade é doença reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS), razão pela qual entendemos que seu tratamento faz jus à cobertura.
O desembargador Josaphá Francisco dos Santos, responsável pelo caso, concedeu o pedido de tutela de urgência para o início imediato ao tratamento. Dada a idade avançada da esposa (35 anos), havia o risco de agravamento da doença e de a infertilidade do casal tornar-se permanente.

Fonte: Correio Braziliense – DF (08/03/2017)